quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Ambulatório do Hospital Evangélico que funcionava em garagem é fechado

Estrutura deve ser transferida nos próximos dias. Previsão é que atendimentos sejam retomados a partir de segunda-feira (24)
Foto: Divulgação Hospital Evangélico
Hospital Evangélico, em Curitiba, fechou quarta-feira (19) o ambulatório instalado provisoriamente no subsolo do complexo hospitalar, dois dias antes de encerrar o prazo dado pela Vigilância Sanitária para a adequação da estrutura. No local funcionavam os departamentos de oftalmologia, obstetrícia, ortopedia e reumatologia, que devem ser realocados na estrutura do novo pronto-socorro.
O hospital informou que os pacientes com consultas agendadas foram avisados sobre a suspensão dos serviços e terão os atendimentos remarcados assim que a nova estrutura for inaugurada. Já os serviços ambulatoriais prestados no térreo e no primeiro andar do prédio da Rua Carlos de Carvalho continuam funcionando normalmente.
De acordo com a assessoria de imprensa do Evangélico, a reabertura do ambulatório depende do aval da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros. A previsão é de que os atendimentos sejam retomados já na próxima segunda-feira (24).

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) afirma já ter comunicado a administração do hospital, por meio de ofício, que não se opõe ao plano de mudança e sugeriu que a proposta seja apresentada ao Ministério da Saúde, uma vez que o novo pronto-socorro, para onde o ambulatório será transferido, foi financiado por meio de convênio com o MS.
No dia 11 de novembro, a Vigilância Sanitária havia estendido o prazo para as reformas do subsolo do ambulatório. O Evangélico tinha até terça-feira (18) para realizar as adequações determinadas no sistema de ventilação e no gerenciamento de resíduos hospitalares, além de outras mudanças pontuais. Na ocasião, a SMS informou que o ambulatório estava interditado, mas não havia sido fechado para evitar transtornos aos pacientes.Vigilância Sanitária já havia interditado ambulatório para evitar transtornos aos pacientes.
Fonte: Gazeta do Povo - por Carolina Pompeu

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