| Foto: Ascom/TRT-PR |
Dentre as proposições firmadas estão a fixação de indenização compensatória pela dispensa coletiva, com percentual diferenciado em razão do tempo de serviço de cada profissional; o pagamento de verbas rescisórias; o reconhecimento de valores de FGTS e multas convencionais em decorrência de quitação atrasada de salários.
As assembleias que vão decidir sobre a aceitação ou não dos termos firmados no TRT-PR acontecem simultaneamente na próxima quarta-feira, 27, às 19h, no Hotel Roochelle (professores) e no auditório da FEPAR (funcionários administrativos). Uma nova audiência de conciliação ficou marcada para sexta-feira, 29, às 14h, na sede do Regional paranaense, para a continuidade das negociações.
Participaram da sessão desta sexta-feira, além do MPTPR, nas pessoas do procurador-chefe Gláucio Araújo de Oliveira e da procuradora Patrícia Blanc Gaidex, a atual interventora da FEPAR, Carmen Australia Paredes Marcondes Ribas, e representantes do Sindicato dos Professores de Ensino Superior de Curitiba e Região Metropolitana (Sinpes), Associação dos Professores da Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná, Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar no Estado do Paraná (SAAEPAR), Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba (SEB) e Associação Médica do Paraná (AMP).
Para colaborar com a negociação, estiveram presentes também o juiz Eduardo Milléo Baracat, titular da 9ª Vara do Trabalho de Curitiba (onde tramita a Ação Civil Pública), o desembargador Célio Horst Waldraff, coordenador do Grupo de Apoio à Efetividade da Execução do TRT-PR, e a juíza Anelore Rothenberger Coelho, gestora do Núcleo de Conciliação do Tribunal. A sessão foi presidida pela desembargadora Ana Carolina Zaina.
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| Fonte: Assessoria de Comunicação do TRT-PR |
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