O anúncio foi feito pelo governador Beto Richa nesta terça-feira (6), quando também autorizou a compra de 20 ambulâncias e quatro caminhonetes para ampliar a frota do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate). “São investimentos que qualificam a retaguarda de atendimento da Rede Paraná Urgência, melhorando as condições de resgate, além de modernizar a estrutura dos hospitais”, destacou Richa.
Os aparelhos de UTI, que serão adquiridos, servem tanto para o atendimento adulto, quanto neonatal e pediátrico. Eles são utilizados para garantir a sobrevivência de pacientes em estado grave e que necessitam de respiração artificial.
Prioritariamente, os equipamentos serão direcionados aos hospitais da rede própria do Estado, contudo também poderão atender a demanda dos hospitais filantrópicos vinculados ao programa HospSUS. “É desta forma, com recursos para obras, equipamentos e custeio, que estamos transformando os serviços da rede pública de saúde no Paraná”, enfatizou o superintendente de Unidades Hospitalares Próprias da Secretaria Estadual da Saúde, Charles London.
Já a ampliação da frota de atendimento do Siate faz parte da estratégia do governo estadual para reforçar o serviço, que hoje já está presente em 52 municípios paranaenses. Com 25 anos de história, o Siate se consolidou como referência no resgate e atendimento pré-hospitalar de vítimas de trauma, como acidentes de trânsito, lesões esportivas, quedas, agressões e até ferimentos por arma de fogo.
Segundo o coordenador da Rede Paraná Urgência, Vinícius Filipak, com a aquisição das 20 ambulâncias, o Estado atingirá a meta de incorporar 80 novas viaturas ao Siate desde 2013. “Foi um compromisso assumido com este serviço que já salvou milhares de vidas em seus 25 anos de história”, afirmou.
A compra das quatro caminhonetes também era uma reivindicação antiga da equipe do Siate. Para o coordenador do serviço, Edison Teixeira, os novos veículos darão mais agilidade ao deslocamento dos médicos responsáveis pelo atendimento aos casos mais graves. “Será possível reduzir o tempo de resposta às ocorrências que precisam de uma assistência mais qualificada, com um médico e um enfermeiro no local”, afirma.
Ele ressalta que a grande maioria dos atendimentos realizados diariamente pelo Siate é feita por socorristas do Corpo de Bombeiros. “Contudo, em pelo menos 20% dos casos, é preciso que o médico de plantão se desloque ao local para prestar atendimento mais especializado”, concluiu.
Fonte: SESA/PR
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