sábado, 21 de novembro de 2015

Câmara - Parlamentares discutem liberação da pílula do câncer

A Justiça obriga a USP a produzir e a distribuir o remédio, mas a universidade afirma que não tem como produzir a droga na escala em que está sendo obrigada
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Uma decisão judicial que obriga a Universidade de São Paulo (USP) a produzir e a distribuir pílulas com a droga fosfoetanolamina deflagrou no Brasil a polêmica sobre o processo para liberação de um remédio.
A droga foi descoberta há mais de 20 anos, mas nunca passou pelos testes clínicos necessários para ser reconhecida como remédio.
Durante esse período, algumas pessoas tiveram acesso a pílulas produzidas em pequena escala pela instituição e são relatados casos de cura de câncer. Mas, em 2014, a USP proibiu a distribuição de drogas ainda em pesquisa.
O Supremo Tribunal Federal obrigou a entrega para uma paciente em estado terminal. E a Justiça de São Paulo estendeu a obrigação para inúmeras liminares judiciais que exigiam o acesso ao produto.
Quem está certo? A USP, que afirma que não há confirmação dos efeitos do composto e que não tem como produzi-la na escala em que está sendo obrigada, ou a Justiça, que exige o acesso?
Para discutir o assunto, o Brasil em Debate recebe os deputados Saraiva Felipe (PMDB-MG) eLeandre (PV-PR).
Apresentação - Vania Alves

Fonte: TV Câmara

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