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| Nunca antes tivemos um poder tecnológico sobre a vida humana como temos agora, declarou José Carlos Abellán Salort |
Para Salort, é necessário que se leve em conta os aspectos bioéticos para uma legislação justa. Esses aspectos incluem, entre outros itens, a necessidade social, os bens jurídicos em jogo, a proteção das situações de vulnerabilidade, o respeito aos fins originais destas técnicas e atenção aos riscos eugênicos. "Deve-se ter maior controle social e jurídico para que não se lesionem os direitos humanos", disse o professor espanhol, que alertou: "Nunca antes tivemos um poder tecnológico sobre a vida humana como temos agora".
O presidente do CFM, Carlos Vital, citando diretrizes do CFM como a Resolução 2.013/13, manifestou que o CFM tem preocupações coincidentes com aquelas apresentadas por José Carlos Abellán Salort. Estas abrangem aspectos como a intervenção no genoma humano, redução embrionária, congelamento de embriões e a preocupação com as gerações futuras. "A engenharia genética hoje está disseminada e distribuída. Não é controlável e está em milhares de mãos, mas é imperativa a necessidade de cada vez mais harmonizar o uso destas técnicas com os princípios da ética médica", disse Vital.
Fonte: Ascom/CFM

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