
As doenças negligenciadas afetam 1 bilhão de pessoas e não geram o interesse da indústria farmacêutica
Mais sobre a edição – As doenças negligenciadas afetam 1 bilhão de pessoas e não geram o interesse da indústria farmacêutica devido ao baixo poder aquisitivo dos doentes. Este é o tema de capa da quinta edição da publicação Medicina CFM • Revista de humanidades médicas. Nesta matéria, o leitor vai saber quais as doenças listadas pela OMS como as mais negligenciadas, quais os tratamentos disponíveis, qual a situação do Brasil nesse contexto e porque o ebola está fora desta lista.
A edição também debate a aplicação do conhecimento em economia no setor saúde. A matéria mostra que atos como comprar um comprimido na farmácia causam impactos econômicos pouco perceptíveis à maioria das pessoas, mas que têm dimensões relevantes.
A objeção de consciência – um direito humano previsto no direito internacional – é outro ponto discutido. O médico pode se negar a obedecer uma norma emanada pelo Estado quando entender que o ato fere sua opinião, sua autonomia. Mas o que fazer quando esse direito gera impasse entre médicos, pacientes e estabelecimentos de saúde?
Na seção Painel, onde especialistas e professores das principais universidades do país discutem temas contemporâneos em medicina, colocamos em análise como as emoções do médico afetam o relacionamento com o paciente e influenciam a sua conduta, o diagnóstico ou mesmo o tratamento. O texto mostra que é fundamental que os médicos estejam cientes da poderosa influência que a emoção exerce sobre a tomada de decisão “racional”.
Além destes tópicos, a edição conta com uma entrevista com Marcio Maranhão, autor de “Sob pressão”, sobre a rotina de guerra de um médico brasileiro, especialmente daquele inserido no Sistema Único de Saúde (SUS). A revista traz ainda um artigo de Henk ten Have, diretor do Centro de Ética em Cuidados de Saúde da Universidade de Duquesne em Pittsburgh, EUA, sobre a confiança nos cientistas e os dilemas éticos em pesquisa, especialmente aquelas com seres humanos. Nas seções sobre cultura, apresentamos o ensaio fotográfico sobre Anatomia patológica e a resenha do filme “A Culpa é das Estrelas”, baseado no best-seller de John Green, que virou roteiro em Hollywood e que coloca em discussão temas caros à Medicina como câncer, morte e diagnóstico terminal, provocando o debate sobre a importância do comunicação do diagnóstico e do ajuste emocional à doença.
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Fonte: Portal CFM
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