Mostrando postagens com marcador Banco Central. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Banco Central. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Copom mantém juros em 14,25% ao ano pela terceira vez seguida

Banco Central. Arquivo/Agência Brasil
Pela terceira vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve ontem (25) a taxa Selic em 14,25% ao ano. Os juros básicos estão neste nível desde o fim de julho.
Votaram pela manutenção da taxa Selic o presidente do BC, Alexandre Tombini, e os diretores Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero Meirelles, Luiz Feltrim e Otávio Damaso. Os diretores de Assuntos Internacionais, Tony Volpon, e de Organização do Sistema Financeiro, Sidnei Marques, votaram pela elevação da taxa em 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao ano.
Com a decisão do Copom, a taxa se mantém no nível de outubro de 2006. A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Oficialmente, o Conselho Monetário Nacional estabelece meta de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. No entanto, no último Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado no último dia 20, o Ministério do Planejamento estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre o ano em 9,99%.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 9,93% nos 12 meses terminados em outubro. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, o IPCA encerrará 2015 em 10,33%. Este ano, a inflação está sendo pressionada pelos aumentos de preços administrados como energia e combustíveis e pela alta do dólar, que influencia o preço dos produtos e das matérias-primas importadas.
Embora ajude no controle dos preços, o aumento da taxa Selic prejudica a economia, que atravessa um ano de recessão, com queda na produção e no consumo. Segundo o boletim Focus, analistas econômicos projetam contração de 3,15% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2015. O Ministério do Planejamento prevê redução de 3,1%, segundo o último Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas.
A taxa Selic é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle da inflação.
Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 23 de março de 2015

Líderes de reclamações do consumidor são regulados por órgãos federais

Foto: ABr
Foto: ABr
Os planos de saúde são os líderes de reclamações entre os associados do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), segundo balanço dos atendimentos de 2014 em todo o país. O segundo maior número de reclamações foi para o segmento de serviços financeiros e, em terceiro lugar, ficou o setor de telecomunicações. O balanço é baseado em um total de 11.161 demandas.
O Idec destaca que os três setores que lideram a pesquisa são regulados por órgãos federais: Agência Nacional de Saúde (ANS), Banco Central e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), respectivamente planos de saúde, bancos e telecomunicações. A coordenadora executiva do instituto, Elici Bueno, acredita que a atuação das agências reguladoras não tem sido eficiente para coibir os abusos contra o consumidor, mas acredita que existem soluções.
“Nós precisamos de maior fiscalização ou de uma adequação maior desses serviços à realidade dos consumidores ou de uma adequação das resoluções [das agências reguladoras] ao Código de Defesa do Consumidor”, disse. “Muitas dessas resoluções esbarram e se sobrepõem ao Código [de Defesa do Consumidor] para regular o setor”.
É o terceiro ano consecutivo que as queixas em relação a planos de saúde permanecem no primeiro lugar, com 19,83%. Os reajustes abusivos, a negativa de cobertura e o descredenciamento de profissionais são os problemas mais frequentes que os consumidores enfrentam no setor.
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Os serviços financeiros representam 15,33% dos registros de atendimento do Idec, com insatisfações como cobranças de taxas e juros indevidos. A insatisfação sobre telefonia móvel e fixa, TV por assinatura e banda larga ocupa o terceiro lugar noranking de atendimentos, com 13,71%. A interrupção dos serviços é uma das principais questões.
A coordenadora responsabiliza não só as agências, mas os próprios setores de serviços. “O próprio setor tem que se mobilizar e olhar para a questão do quanto ele está distante do equilíbrio das relações de consumo. A expectativa [do Idec] é de melhoria, acho que é um momento de encaminhamento de solução. O próprio setor tem que parar e questionar como resolver essas maiores reclamações”.
Até a conclusão da reportagem, a ANS, o Banco Central e a Anatel não se posicionaram.
Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 5 de março de 2015

COPOM ELEVA A TAXA SELIC PARA 12,75% AO ANO

Banco Central. Foto: BC
                        Banco Central. Foto: BC
​​Brasília – Avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,50 p.p., para 12,75% a.a., sem viés.
Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.
Brasília, 4 de março de 2015
Banco Central do Brasil

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Copom mantém aperto monetário e sobe taxa básica de juros para 12,25% ao ano


Pela terceira vez seguida, o Banco Central (BC) reajustou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou hoje (21) a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, passando para 12,25% ao ano. O órgão manteve o ritmo do aperto monetário. Na reunião anterior, no início de dezembro, a taxa também tinha sido reajustada em 0,5 ponto.

Com o reajuste, a Selic chega ao maior percentual desde agosto de 2011, quando estava em 12,5% ao ano. A taxa é o principal instrumento do BC para manter a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. De acordo com o Conselho Monetário Nacional, o centro da meta de inflação corresponde a 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos percentuais, podendo variar entre 2,5% (piso da meta) e 6,5% (teto da meta).

Em comunicado, o Copom informou que a decisão levou em conta o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação. A reunião durou cerca de três horas e começou por volta das 16h15, uma hora antes do habitual, por causa da viagem do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) , o IPCA somou 6,41% em 2014. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, o IPCA encerrará 2015 em 6,67%, acima do teto da meta. A projeção deve subir nas próximas semanas por causa dos aumentos da energia, dos combustíveis e da alta de tributos sobre produtos importados anunciados recentemente pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Embora ajude no controle dos preços, o aumento da taxa Selic prejudica o reaquecimento da economia, que ainda está sob efeito de estímulos do governo, como desonerações e crédito barato. De acordo com o boletim Focus, analistas econômicos projetam crescimento de apenas 0,38% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

Selic

Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 25 de novembro de 2014

BC LANÇARÁ MOEDAS COMEMORATIVAS DOS JOGOS OLÍMPICOS E PARALÍMPICOS RIO 2016

O Banco Central lançará, no dia 28 de novembro, no Rio de Janeiro, as primeiras nove moedas comemorativas do programa numismático dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016: uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum. O programa compreenderá ao todo 36 moedas, que serão lançadas até 2016. Veja as imagens das moedas.
A Medalha de Ouro representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” e o Cristo Redentor. Foto: BC
A Medalha de Ouro representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” e o Cristo Redentor. Foto: BC
moeda de ouro homenageia, além do Cristo Redentor, a corrida de 100 metros rasos, um dos esportes que representa o lema Olímpico “Citius, Altius, Fortius” (mais rápido, mais alto, mais forte).
As moedas de prata homenageiam o Rio de Janeiro: os anversos, com paisagens conhecidas onde o carioca pratica esportes como remocorridaciclismo e vôlei de praia; os reversos, com aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil.Toninha (espécie de golfinho), BroméliaArcos da Lapa e Bossa Novainauguram as quatro séries temáticas: Fauna, Flora, Arquitetura e Música, respectivamente.
Os esportes Olímpicos e Paralímpicos são os destaques das moedas de circulação comum. No primeiro lançamento, Atletismo e Natação representam dois dos esportes em que o Brasil conquistou mais medalhas em Jogos Olímpicos; Golfe​ e Paratriatlo, as duas modalidades que passarão a fazer parte dos Jogos de 2016
As moedas de R$1 entrarão em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção.
Após o lançamento, as moedas poderão ser adquiridas no site do Banco do Brasil por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas do BB, débito em conta. As moedas também estarão à venda nas agências do Banco do Brasil relacionadas abaixo. Quem comprar nas agências do BB, só poderá pagar em dinheiro.
Todos os projetos foram desenvolvidos pelas equipes do Banco Central e da Casa da Moeda do Brasil, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
Os jornalistas que desejarem cobrir o evento devem fazer a inscrição até 18h do dia 27/11, enviando e-mail para imprensa@bcb.gov.br com os seguintes dados: nome, veículo de comunicação e e-mail de contato.
Evento: Lançamento das Moedas Comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016
Local: Av. Presidente Vargas, nº 730, 24º andar, Edifício do Banco Central, Centro – Rio de Janeiro
Data e horário: 28/11, às 11h
Características das moedas:
Moedas de ouro:
Valor de face: 10 reais
Composição: ouro 900/1000
Diâmetro: 16mm
Peso: 4,4g
Bordo: serrilhado
Acabamento: proof
Tiragem máxima por moeda: 5 mil
Preço de venda: R$1.180,00
Moedas de prata:
Valor de face: 5 reais
Composição: prata 925/1000
Diâmetro: 40mm
Peso: 27g
Bordo: serrilhado
Acabamento: proof
Tiragem máxima por moeda: 25 mil
Preço de venda: R$195,00
Moedas de circulação comum:
Valor de face: 1 real
Composição: aço inox (núcleo) e aço revestido de bronze (anel)
Diâmetro: 27mm
Peso: 7g
Bordo: serrilhado
Acabamento: comum
Tiragem máxima por moeda: 20 milhões (máximo de 200 mil em cartelas) Preço de venda (moedas em cartelas): R$13,00
Agências do Banco do Brasil:
Belém (PA) – Rua Santo Antonio, 432 – Campina Belo Horizonte (MG) – Av. Álvares Cabral, 1605 – 2º subsolo – Santo Agostinho Brasília (DF) – SBS, quadra 3, bloco A, 2.º subsolo Curitiba (PR) – Av. Cândido de Abreu, 554 – Centro Cívico Fortaleza (CE) – Av. Heráclito Graça, 1500 – Aldeota Porto Alegre (RS) – Rua Sete de Setembro, 790 – Centro Recife (PE) – Rua da Aurora, 1259 – Santo Amaro Rio de Janeiro (RJ) – Rua da Quitanda, 60 – Centro Salvador (BA) – Av. Anita Garibaldi, 1211 – Ondina São Paulo (SP) – Av. Paulista, 2163 – Cerqueira Cesar
Brasília, 25 de novembro de 2014.
Banco Central do Brasil
Assessoria de Imprensa