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domingo, 23 de novembro de 2014

CPI da Saúde Mental ouve representantes da Secretaria de Estado da Saúde

A CPI da Saúde Mental da Assembleia Legislativa reuniu-se na manhã de terça-feira (18), sob a presidência do deputado Ney Leprevost (PSD), para ouvir representantes da Secretaria de Estado da Saúde sobre o assunto. A superintendente de Atenção à Saúde da Secretaria, Márcia Huçulak falou sobre as ações desenvolvidas pelo órgão no setor e contestou informações do diretor de Saúde Mental da Prefeitura de Curitiba, Marcelo Kimati, sobre a falta de repasses para a cidade.

Fonte: TV Sinal/Assembleia/PR

sábado, 22 de novembro de 2014

CPI da Saúde Mental faz diligência no Centro de Curitiba

A TV Sinal acompanhou os membros da CPI da Saúde Mental em uma diligência noturna em Curitiba para conversar com dependentes de drogas em busca de mais informações sobre a situação em que se encontram. Saiba mais sobre a CPI da Saúde Mental:

http://www.alep.pr.gov.br/sala_de_imp...


Fonte: TV Sinal/Assembleia Legislativa do PR

terça-feira, 18 de novembro de 2014

CPI da Saúde Mental ouve representantes da Secretaria de Estado da Saúde

CPI da Saúde Mental realiza reunião nesta terça-feira (18) no Plenarinho da Alep
A CPI da Saúde Mental da Assembleia Legislativa reuniu-se na manhã desta terça-feira (18), sob a presidência do deputado Ney Leprevost (PSD), para ouvir representantes da Secretaria de Estado da Saúde sobre o assunto. A superintendente de Atenção à Saúde da Secretaria, Márcia Huçulak falou sobre as ações desenvolvidas pelo órgão no setor e contestou informações do diretor de Saúde Mental da Prefeitura de Curitiba, Marcelo Kimati, sobre a falta de repasses para a cidade.

Lembrando que Curitiba tem gestão plena na área, ela disse que a capital poderia receber este ano R$ 2,8 milhões de recursos estaduais referentes a convênio específico para a saúde mental, mas a transferência não pode ser feita até agora porque o município não apresentou as certidões negativas exigidas pela lei. Também apontou um número de internações de pacientes da capital e região metropolitana na rede estadual bem diverso do apresentado por Kimati – 68 internações mensais em média, contra as duas informadas pelo gestor municipal à CPI – e destacou programas de incentivo para a abertura de novos leitos e para a formação de equipes no programa Saúde da Família, além da complementação de diárias hospitalares, perfazendo um investimento anual de R$ 44 milhões. Um relatório contendo esses números foi entregue aos membros da Comissão para análise

Márcia Huçulak admitiu as divergências ideológicas entre as políticas de assistência à saúde adotadas pelo Governo do Estado e pela Prefeitura, mas reforçou que não existe qualquer discriminação no atendimento às carências e reivindicações municipais. Ela criticou a política do governo federal para a área de saúde mental e explicou o funcionamento do consórcio para aquisição de medicamentos, ao qual a Prefeitura de Curitiba, além de outras cidades com maior índice populacional, não aderiu. Também se manifestaram durante a reunião a coordenadora estadual de Saúde Mental, Rejane Cristina Teixeira Tabuti, o chefe do Departamento de Atenção às Condições Crônicas da SESA, Juliano Gevaert, e o coordenador do Conselho Municipal de Saúde Mental de Curitiba, Luis Felipe Ferro.

No final da tarde desta terça, conforme anunciado durante a reunião, deputados membros da comissão iriam às ruas de Curitiba para ouvir dependentes de crack e buscar mais informações sobre a situação em que se encontram.

Levantamento – A CPI foi criada por iniciativa do deputado Leprevost, para investigar a situação da saúde mental no estado, principalmente na cidade de Curitiba. Durante as reuniões foram ouvidos médicos psiquiatras, representantes de entidades ligadas ao setor e o diretor de Saúde Mental da Prefeitura da capital, Marcelo Kimati Dias. Ao mesmo tempo, um levantamento no Interior do estado verificou que alguns municípios têm dificuldades para atender os pacientes, como é o caso de Centenário do Sul, por exemplo, que atende ainda as cidades de Cafeara, Lupionópolis e Guaraci. Os serviços são ofertados em imóvel alugado e os especialistas prestam assistência também na unidade de saúde local.

Em fase de finalização de seus trabalhos, a comissão está preparando um relatório final com os depoimentos e as informações recolhidos para encaminhar ao Ministério Público: “O material que recolhemos evidencia situações graves que exigem uma atenção especial por parte de todos para minimizá-las. É inaceitável que pacientes fiquem sem atendimento ou sem a medicação correta para cada caso. A CPI está fazendo um trabalho importantíssimo e pretende cobrar das autoridades uma solução para as denúncias apresentadas”, reafirmou Leprevost.

Além dele, participaram do encontro desta terça os deputados Felipe Lucas (PPS), que é o relator da CPI, e Pastor Gilson de Sousa (PSC).


Fotos: Sandro Nascimento/Alep

Fonte: ALEP

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CPI CHAMA COORDENADOR DA SAÚDE PSIQUIÁTRICA DE CURITIBA PARA DEPOR

A CPI da Saúde Psiquiátrica realizou hoje, dia 21, na Sala de Comissões da Alep, a 6a. reunião presidida pelo deputado Ney Leprevost. Na ocasião, o Presidente da Associação de Psiquiatria do Paraná, Dr. André Rotta Burkiewicz, apresentou mais denúncias sobre a desassistência aos pacientes, entre elas estão à falta de infraestrutura dos CAPs (Centros de Atenção Psicossociais), onde médicos que não são especialistas estariam passando receitas sem ver os pacientes, casos de pacientes que são medicados sem a realização de exames, péssimas condições sanitárias, falta de profissionais treinados (psicólogos, terapeutas ocupacionais) para atender surtos psicóticos; entre outras irregularidades.

O Dr Rotta relatou casos sobre a falta de vagas para pacientes no CAPs do Boqueirão e quadros de infecção gastro-intestinal em vários pacientes no CAPs Bairro Novo. No CAPs do Boa Vista pacientes teriam sido orientados a procurar uma ONG caso queiram fazer terapia ocupacional, pois nos CAPs de Curitiba atualmente não há terapeutas, o que é obrigatório por lei.

Ainda segundo o Dr. André Rotta Burkiewicz, consta também, que muitos pacientes são impedidos de receber auxílio doença no INSS e aposentadoria devido a falta de profissionais de saúde para darem o laudo. No Hospital do Idoso, que carece de estrutura para receber pacientes, funcionários foram agredidos. Segundo ele, também existem casos de nepotismo envolvendo a fundação que administra as UPAs 24hs e o Hospital do Idoso.

Para finalizar a reunião, o relator Felipe Lucas pediu que seja chamado para depor na próxima reunião, dia 28, o coordenador da área psiquiátrica da prefeitura de Curitiba, Marcelo Kimati. A deputada Marla Tureck solicitou também um relatório sobre a situação da psiquiatria no interior do Estado.


Fonte: Alep

terça-feira, 12 de agosto de 2014

CPI da Saúde Mental quer ouvir secretário da Saúde de Curitiba

Reunião CPI da Saúde Psiquiátrica nesta terça-feira (12) na Sala das Comissões da Alep.
A CPI da Saúde Mental da Assembleia Legislativa decidiu em reunião realizada na manhã desta terça-feira (12) que vai convidar o secretário de Saúde de Curitiba, Adriano Massuda, para esclarecer as inúmeras denúncias de queda na qualidade da assistência prestada aos doentes psiquiátricos no âmbito do município. O presidente da comissão, deputado Ney Leprevost (PSD), anunciou também que vai requerer a prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias, de modo a permitir um balanço preciso da situação do setor nos municípios paranaenses que contam com esse tipo de atendimento.

A ideia é fazer com que o levantamento seja útil para orientar ações que tornem mais efetiva a assistência nessa área, minorando o sofrimento dos pacientes e de suas famílias. O depoente desta terça-feira foi o psiquiatra Guilherme Pereira Gois, diretor das clínicas Ômega e Cadmo, com sede na capital, que criticou a gradativa redução do atendimento ambulatorial a pacientes psiquiátricos. O Paraná dispõe hoje de 54 ambulatórios em 17 municípios, e Curitiba conta com três deles. Só no ano passado, em uma única clínica, foram feitas 65 mil consultas, e hoje há uma fila de espera de mais de dez mil pacientes: “Embora a política nacional de saúde tenha excluído a assistência ambulatorial da rede, ela é indispensável para atender aqueles doentes que não carecem de internamento, porém não podem dispensar o acompanhamento de profissionais especializados. Sem isso, eles ficam expostos a riscos de regressão ou outros”, alertou.

Para o depoente, os Capes estão com sua capacidade esgotada, ao mesmo tempo em que os serviços ambulatoriais desaparecem, premidos pela falta de financiamento e pelo atraso recorrente nos repasses. Uma consulta psiquiátrica pelo SUS é remunerada em R$ 14,00, e a psicológica, em R$ 10,00, valores estabelecidos em 2008. “A política adotada pelo governo federal  e pela Prefeitura de Curitiba criará dois tipos de pacientes: aquele que pode pagar e receberá atenção especializada, e aquele que recorrerá ao SUS e será atendido por clínicos gerais, nem sempre em condições de atender demandas tão específicas”, lamentou.

O relator da comissão, deputado Felipe Lucas (PPS), observou que é necessário buscar providências antes que a situação se torne insustentável: “O panorama que foi mostrado aqui desde o início dos trabalhos evidencia que estamos vivendo um momento muito delicado no tocante à assistência à saúde psiquiátrica”. A deputada Marla Tureck (PSD) considerou os dados trazidos até agora “alarmantes, capazes de desencadear repercussões em outros setores além da saúde pública”.

O plano de trabalho da comissão para as próximas semanas prevê a expedição de ofícios às prefeituras e às entidades envolvidas com a assistência à saúde mental, com vistas a obter um quadro o mais amplo e fiel possível dos problemas que vêm sendo enfrentados e geram preocupações entre os profissionais do setor.
Foto: Sandro Nascimento (Alep)

Fonte: Assessoria de Imprensa/Alep