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sábado, 19 de março de 2016

Em epidemia de dengue, Londrina tem apoio do Estado para controle da doença

adsa

O Governo do Estado vai intensificar o apoio ao município de Londrina para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Nesta sexta-feira (18), chegam à cidade 1,4 mil litros de malathion, inseticida utilizado na aplicação do fumacê para o controle da infestação do mosquito adulto e já estão no município 10 caminhonetes da secretaria estadual da Saúde (UBV pesada) para iniciar a aplicação. Londrina atingiu nesta semana o índice de epidemia de dengue com 1836 casos confirmados da doença, sendo 1803 autóctones (em que a contaminação ocorreu no município) e 33 importados.

“Temos acompanhado de perto a situação dos municípios infestados pelo Aedes aegypti e apoiamos os gestores municipais com recursos financeiros, assessoria técnica e em ações de controle. Os novos veículos adquiridos para o combate à dengue já estão em Londrina e vão intensificar o trabalho do fumacê”, disse o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto. 

FUMACÊ – Segundo os técnicos do combate à dengue da 17ª Regional de Saúde (Londrina), os veículos do fumacê poderão fazer três ciclos de UBV pesada nas regiões mais infestadas da cidade. Serão atingidos mais de 70 bairros da região norte e oeste de Londrina, o que contempla 1,5 mil quadras e cerca de 280 mil pessoas.

“A utilização do fumacê é uma das estratégias de controle da dengue, mas só atinge o mosquito adulto e não mata ovos e larvas. Por isso cada cidadão deve manter uma rotina semanal de eliminação de recipientes que acumulam água. Sem água parada o mosquito não se reproduz e reduzimos a possibilidade de novos casos de dengue, zika e chikungunya”, alerta a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide Oliveira.

NOVOS NÚMEROS –
 De agosto de 2015 até esta quinta-feira, o Paraná contabilizou 14.408 casos confirmados de dengue e 32 municípios em epidemia. No mesmo período, 20 mortes pela doença foram registradas.

Os municípios em epidemia são: Rancho Alegre, Paranaguá, Munhoz de Mello, Santa Terezinha de Itaipu, Mamborê, Assaí, Cambará, Foz do Iguaçu, Santo Antônio do Paraíso, Itambaracá, São Miguel do Iguaçu, Tapira, Medianeira, Serranópolis do Iguaçu, Ibiporã, Jataizinho, Santa Isabel do Ivaí, Santa Helena, Leópolis, Braganey, Nova Aliança do Ivaí, Centenário do Sul, Sarandi, Colorado, Planalto, Boa Vista da Aparecida, Tuneiras do Oeste, Cafelândia, Guaraci, Santa Cecília do Pavão, Capitão Leônidas Marques e Londrina.

Fonte: Sesa/PR

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Seguridade debate epidemia de dengue e vacina contra a doença

Representantes do Ministério da Saúde, da Anvisa e dos institutos Butantan e Sanofi Pasteur foram convidados para discutir o assunto
A epidemia de dengue no País e o desenvolvimento de uma vacina contra a doença serão o tema da audiência pública que a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara promove nesta manhã.
O deputado Mandetta (DEM-MS) pediu o debate para que a comissão seja informada das medidas que estão sendo tomadas pelo governo para conter a epidemia da doença, reconhecida no início do mês pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, já que nove estados registraram mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes.
Mandetta também quer saber o que está sendo realizado para conter novas epidemias. Ele afirmou ter ficado preocupado com informações dadas pelo ex-diretor do Instituto Butantan Isaías Raw em recente entrevista. Raw afirmou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) teria atrasado o desenvolvimento da vacina contra a dengue do Butantan em 18 meses, enquanto a vacina da multinacional francesa Sanofi Pasteur, de inferior qualidade, já teria passado pelos estudos autorizados pela agência e estaria começando a ser produzida.
Foram convidados para a audiência:
- o coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Evelim Coelho;
- o diretor presidente substituto da Anvisa, Ivo Bucaresky;
- o diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância no Instituto Butantan, Alexander Precioso; e
- a representante da empresa Sanofi Pasteur Lúcia Bricks.
O debate será realizado no plenário 7, a partir das 9h30.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

terça-feira, 26 de maio de 2015

Seguridade debate epidemia de dengue e vacina contra a doença

A epidemia de dengue no País e o desenvolvimento de uma vacina contra a doença serão o tema da audiência pública que a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara promoverá nesta quinta-feira (28), às 9h30.
O deputado Mandetta (DEM-MS) pediu o debate para que a comissão seja informada das medidas que estão sendo tomadas pelo governo para conter a epidemia da doença, reconhecida no início do mês pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, já que nove estados registraram mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes.
Mandetta também quer saber o que está sendo realizado para conter novas epidemias. Ele afirmou ter ficado preocupado com informações que teriam sido dadas pelo ex-diretor do Instituto Butantan, Isaías Raw, em recente entrevista. Segundo o deputado, Raw afirmou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) teria atrasado o desenvolvimento da vacina contra a dengue do Butantan em 18 meses, enquanto a vacina da multinacional francesa Sanofi Pasteur, de inferior qualidade, já teria passado pelos estudos autorizados pela agência e estaria começando a ser produzida.
Foram convidados para a audiência:
- o coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Evelim Coelho;
- o diretor presidente substituto da Anvisa, Ivo Bucaresky;
- o diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância no Instituto Butantan, Alexander Precioso; e
- a representante da empresa Sanofi Pasteur Lúcia Bricks.
O local do debate ainda não foi definido.
Fonte: Agência Câmara de Noticias

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Chioro: Brasil enfrenta "tecnicamente" epidemia de dengue

O ministro da Saúde, disse que o cenário da dengue  é
mais grave nos estados de São Paulo, Goiás e do Acre

Até o dia 18 de abril deste ano, foram registrados 745.957 casos de dengue no país. A incidência da doença chega a 367,8 casos para cada 100 mil habitantes. A Região Sudeste apresentou o maior número de casos notificados (489.636; 66,2%), seguida do Nordeste (97.591 casos; 11,5%), Centro-Oeste (85.340 casos; 12,4%), Sul (46.360 casos; 5,8%) e Norte (27.030 casos; 4,1%).

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse hoje (14) que, tecnicamente, o Brasil enfrenta uma epidemia de dengue, uma vez que o número de casos identificados no país se enquadra no critério de epidemia definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) – mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes. Segundo ele, o cenário é mais grave nos estados de São Paulo, Goiás e do Acre.

Dados da pasta mostram também que, até o dia 18 de abril, foram confirmados 229 óbitos em razão da doença. O número representa um aumento de 45% nas mortes provocadas pela dengue no país em comparação ao mesmo período de 2014, quando foram confirmados 158 óbitos. A Região Sudeste, novamente, concentra a maior parte dos óbitos (81,2%).

O ministro já havia confirmado situação endêmica de dengue no país no dia 4 deste mês, quando participou de encontro na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) com empresas de biotecnologia.


Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

domingo, 12 de abril de 2015

São Paulo enfrenta epidemia de dengue


Segundo o Ministério da Saúde, o estado de São Paulo enfrenta uma epidemia de dengue. São mais de 500 casos por 100 mil habitantes. Por causa dos altos índices, foram instaladas tendas para atender mais pessoas nos bairros mais atingidos na capital paulista. Assista à matéria do Repórter Brasil:

Fonte: TV Brasil/EBC

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Sete municípios paranaenses estão em epidemia de dengue

SA
Foto: SESA/PR
A Secretaria Estadual da Saúde divulgou na quinta-feira (12) o balanço da situação da dengue no Paraná. Sete municípios estão em situação de epidemia e 107 registram casos da doença, a maioria em cidades da região norte, noroeste e oeste. O Estado confirmou 892 casos de dengue nos últimos seis meses, o que significa um aumento de 20,9% em relação ao mesmo período do ano passado, com 187 ocorrências a mais.

As cidades de Itaúna do Sul, Paranapoema, São João do Caiuá, São Pedro do Paraná, Rio Bom, Jataizinho e Rancho Alegre do Oeste registram uma média acima de 300 casos da doença por 100 mil habitantes, o que determina a situação de epidemia. Outras seis cidades têm risco médio de infestação: Uraí, Tamboara, Diamante do Norte, Amaporã, Loanda e Iporã. Essas informações estão no levantamento do índice rápido de infestação, realizado entre os meses de dezembro/2014 e janeiro/2015. O estudo é feito em 270 municípios paranaenses, considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue e da Febre Chikungunya. 

Diante da avaliação, o Estado alerta a população para eliminar recipientes que acumulam água e que favorecem a proliferação do mosquito transmissor. ”Nesse período de chuvas de verão e forte calor nas regiões de maior incidência, devemos aumentar os cuidados para não permitir focos de infestação”, explicou a coordenadora do Centro Estadual de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte.

“Se não houver acúmulo de recipientes que retém água parada, os mosquitos não se reproduzem. Por isso é importante que as pessoas verifiquem semanalmente suas casas e quintais em busca de locais que podem se tornar criadouros”, completa Ivana.

Casos graves – O 8º boletim epidemiológico da dengue relata a ocorrência de três casos graves, que evoluíram para cura, e confirma a primeira morte pela doença no Paraná no período entre agosto de 2014 e fevereiro deste ano. Exames realizados no Laboratório Central do Estado confirmaram que a causa da morte da mulher de 66 anos, que apresentava outras comorbidades e residia em São João do Caiuá, foi dengue.

A Secretaria estadual da Saúde analisa ainda um caso relatado como suspeito de morte por dengue em Ângulo, no norte do Estado. A mulher, de 45 anos, morreu no Hospital Cristo Rei, em Astorga, e os primeiros exames realizados foram negativos para a doença. O caso segue em investigação para identificar qual foi a causa da morte.

Os municípios com maior número de casos confirmados são Londrina (100), Itaúna do Sul (86) e São João do Caiuá (62).

Orientações para evitar criadouros do mosquito transmissor da dengue


- Evitar o acúmulo de lixo e entulhos;
- Deixar sacolas e recipientes com lixo fechados; 
- Manter as caixas d’água, galões, tonéis ou tambores sempre vedados;
- Remover a sujeira das calhas e ralos; 
- Não deixar pneus com água e em lugares descobertos;
- Deixar garrafas ou baldes com a boca para baixo;
- Verificar bandejas de ar-condicionado e geladeiras mantendo-as limpas e sem água;
- Colocar areia até a borda nos pratos de vasos de flores e plantas;
- Manter vasos sanitários sem uso fechados;
- Tratar a água de piscinas e fontes uma vez por semana;
- Esticar lonas para não formar poças;
- Lavar os recipientes de água dos animais uma vez por semana;

Acesse aqui o boletim completo

Fonte: SESA/PR

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Cresce número de municípios com risco de epidemia de dengue

Levantamento do Ministério da Saúde mostra crescimento de risco de dengue em cidades brasileirasArquivo/Agência Brasil
O número de municípios que correm risco de ter uma epidemia de dengue subiu de 125 para 135, de acordo com atualização do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa) divulgada, hoje (18), pelo Ministério da Saúde. Já os municípios considerados em alerta para a doença passaram de 552 para 612.

“O chamado Mapa da Dengue identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença, proporcionando informação qualificada para a atuação das prefeituras nas ações de prevenção”, destaca o documento.As cidades classificadas como em situação de alerta apresentam larvas do mosquito entre 1% e 3,9% dos imóveis pesquisados, enquanto as que se enquadram em situação de risco mostram índices superiores a 3,9%.


De acordo com o levantamento, Rio Branco (AC) é a única capital em situação de risco, com índice de 4,2. Treze capitais estão em situação de alerta - Boa Vista (RR), Palmas (TO), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Cuiabá (MT), Vitória (ES), Maceió (AL), Natal (RN), Recife (PE), São Luís (MA), Aracaju (SE), Belém (PA) e Porto Velho (RO). Manaus, no Amazonas, e Fortaleza, no Ceará, ainda não apresentaram seus dados ao governo federal.

Nas regiões Norte e Sul, 42,5% e 47,3%, respectivamente, dos focos do mosquito estão no lixo. No Nordeste e no Centro-Oeste, o armazenamento de água é a principal fonte de preocupação, com 76,5% e 40,9%, respectivamente. Já o Sudeste tem no depósito domiciliar o principal desafio, com taxas de 58,2%.


Fonte: Agência Brasil