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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Paranhos lamenta decisão da Justiça em rejeitar pedido para que União amplie vacinação contra gripe A

Deputado Paranhos (PSC). / Foto: Gabriel Bueno
Deputado Paranhos (PSC). / Foto: Gabriel Bueno
Em despacho emitido nessa quinta-feira (14) o juiz Friedmann Wendpap, da 1ª Vara Federal de Curitiba, negou o pedido de tutela antecipada interposta pela Comissão de Defesa da Criança, Adolescente e Idoso da Assembleia Legislativa do Paraná (CRIAI) e pelo seu presidente, deputado Leonaldo Paranhos (PSC), para que o Ministério da Saúde providenciasse a imunização emergencial contra a gripe H1N1 (gripe A) também para crianças, adolescentes e professores da rede pública de ensino, além dos já atendidos públicos considerados “de risco”.

Para justificar a recusa, o juiz federal alega “incapacidade material”, considerando que a medida atingiria aproximadamente 3,6 milhões de crianças e adolescentes, “fora os professores da rede pública”. Além disso, o magistrado argumenta que não haveria tempo hábil para a vacinação. “Considerando esses dois elementos a conciliar (elevado número de indivíduos e a proximidade do inverno), é de se pressupor a dificuldade da União na aquisição e administração da quantidade de doses estimadas. Vale dizer, haverá dificuldade tanto no que se refere à existência de estoque disponível no mercado, como na organização da estrutura necessária para viabilizar a efetiva vacinação”, diz o despacho.

Essa é a terceira vez que o deputado Paranhos busca o amparo judicial para obrigar a União a cumprir sua obrigação constitucional de garantir proteção à saúde, já que se trata de direito pautado pelo princípio da universalidade. “De nossa parte vamos continuar lutando para que todos os cidadãos tenham direito à vacina e, nesse ano, de forma especial, crianças, adolescentes e professores que também acabam ficando mais suscetíveis ao contágio em ambientes fechados como o transporte coletivo e salas de aula muitas vezes fechadas no período de inverno”, argumenta.

Na petição feita ao juízo federal, o advogado da CRIAI defende que a vacina é necessária considerando que o padrão climático do Paraná contribui para a propagação da doença, o que está provado pelos números. Thiago Chiamulera descreve que a atual estratégia de imunizar apenas grupos de risco não se mostrou eficaz nos anos anteriores, já que em 2013 foram registrados 1.416 casos e 58 óbitos e, em 2014, 16 mortes. “Mesmo se tivéssemos registrado apenas uma morte a vacinação em massa já se justificaria, pois trata-se de uma doença evitável justamente pela vacina”, enfatiza.



Fonte: Assessoria de Imprensa/ Alep

terça-feira, 12 de maio de 2015

Suspeita de morte por gripe A é investigada no interior de São Paulo


A Vigilância Epidemiológica de Artur Nogueira, interior de São Paulo, está investigando a morte de um homem de 55 anos, ocorrida no último domingo, que pode ter sido provocada pelo vírus da gripe A (H1N1).

O paciente morreu no domingo, no Hospital Bom Samaritano, por complicações decorrentes de uma pneumonia atípica após cinco dias de internação. Ele tinha histórico de diabetes, hipertensão e era usuário de tabaco. Ele deu entrada no hospital com quadro de tosse e febre, mas não respondeu ao tratamento inicial e passou então a ser tratado e medicado como caso suspeito de influenza A, vírus causador da gripe A. As pessoas que tiveram contato com ele estão em observação.

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, trata-se apenas de uma suspeita, já que nenhum outro caso de influenza A foi diagnosticado na região de Campinas recentemente, mas amostras para exames foram encaminhadas para o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 30 de abril de 2015

São Paulo quer vacinar 11,8 milhões de pessoas contra a gripe


A campanha nacional começa na próxima segunda-feira (4) e vai até 22 de maio, em mais de 6 mil postos nas cidades paulistasMarcelo Camargo/Agência Brasil

Cerca de 11,8 milhões de pessoas devem ser vacinadas contra a gripe no estado de São Paulo. A campanha nacional começa na próxima segunda-feira (4) e vai até 22 de maio, em mais de 6 mil postos nas cidades paulistas.

Devem receber a vacina idosos, indígenas, presos, funcionários do sistema prisional, pessoas com doenças crônicas, profissionais de saúde, gestantes, mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias e crianças com mais de 6 meses e menos de 5 anos de idade.

A imunização serve contra o vírus influeza, a gripe A H1N1 e os vírus influenza - A (H3N2) e B. Idosos hospitalizados e pessoas com doenças crônicas podem ser vacinados também, no período da campanha, com pneumocócica 23-valente, que protege contra a pneumonia, meningite e bacteremia, septicemia (infecção generalizada do sangue). Haverá também vacinas contra difteria e tétano.

No sábado, dia 9, Dia D, serão instalados postos de vacinação fixos e volantes, que ficarão abertos das 8h às 17h. Nos outros dias da campanha, os postos atendem de segunda a sexta-feira nesse mesmo horário.


Fonte: Agência Brasil