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sexta-feira, 13 de março de 2015

Unidade de Saúde faz exposição de fotos para alertar sobre os perigos da dengue

Uma exposição de fotos na unidade de saúde Vila Guaíra chamou a atenção dos usuários nesta quinta-feira (12). Foto: Jaelson Lucas/SMCS
Uma exposição de fotos na unidade de saúde Vila Guaíra chamou a atenção dos usuários nesta quinta-feira (12). Funcionários da unidade foram até o Cemitério do Água Verde com uma máquina fotográfica para mostrar que os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus – transmissores da dengue e da febre chikungunya  proliferam nos locais onde menos se espera.
De acordo com a coordenadora da unidade, Luana Canan, a ideia da exposição fotográfica surgiu durante as reuniões do Núcleo de Saúde Coletiva que ocorrem uma vez por mês. “Colocamos uma mesa com uma maquete mostrando os locais onde o mosquito pode se proliferar, mas nesses locais, como pneus com água parada, a população já está cansada de saber. No cemitério encontramos sacos plásticos com água, restos de construção e outros locais em que não costumamos prestar muita atenção”, disse.
Neste ano, já foram confirmados 15 casos de dengue em Curitiba, todos importados, ou seja, de pessoas que viajaram para locais onde ocorriam epidemias da doença e acabaram se contaminando. Além disso, nos dois primeiros meses já foram registrados 107 focos do mosquito da dengue e 221 do albopictus.
Mara Rubia Reis foi levar o filho para uma consulta médica e gostou da iniciativa da exposição. “A gente se preocupa com os vasinhos, mas nunca pensamos nos riscos que podem existir em outros locais como o cemitério. É importante fazer uma análise do entorno, e a população também ficar mais atenta ao que deposita nos túmulos’.
A coordenadora do Programa de Combate a Dengue da Secretaria Municipal da Saúde, Juliana Martins, ressaltou que os agentes de endemias visitam os cemitérios a cada 15 dias para fazer a limpeza do local. “Os cemitérios não são locais com muitos focos porque os agentes fazem a vistoria regularmente. Também fazemos palestras de conscientização com os funcionários para ficarem atentos aos focos. Mas é preciso prestar atenção, mudar os costumes para garantir que o número de focos não aumente”. Hoje, o maior número de focos em Curitiba foi encontrado nas proximidades da Linha Verde.

Fonte: SMCS

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Comissão aprova projeto que prevê unidade de saúde em presídios

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou proposta (PL 1819/11) que assegura aos presos que possuam doenças infectocontagiosas o cumprimento da pena em instalação de saúde adequada.
Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados
Deputado Alexandre Leite (DEM-SP)
Alexandre Leite: medida significará avanço no sistema penitenciário brasileiro.
O projeto de lei, do deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), foi aprovado na forma do substitutivo do relator, deputado Alexandre Leite (DEM-SP).
Entre as mudanças promovidas por Alexandre Leite está a construção de unidade de saúde no próprio estabelecimento penal. Já o projeto original permitia ao preso o cumprimento da pena em hospitais-presídios, construídos pela iniciativa privada.
Pelo novo texto, além das doenças infectocontagiosas, todas as enfermidades previstas na Lei de Benefícios da Previdência (8.213/91), como tuberculose, HIV e doença de Parkinson, garantirão ao preso o cumprimento da pena na unidade de saúde. A medida também valerá para outras doenças incluídas por perícia médica autorizada.
Controle de doenças
De acordo com o substitutivo, cada estabelecimento prisional deverá manter uma instalação de saúde adequada para receber os presos doentes e separá-los dos demais detentos.
Segundo Alexandre Leite, a aprovação do projeto pode significar um grande avanço na oferta de serviços de qualidade no sistema penitenciário brasileiro.
Para a especialista em infectologia Joana D'arc Silva, o tratamento de presos em locais adequados é a melhor medida, já que a superlotação prejudica o processo de cura do paciente. "Os casos de tuberculose, por exemplo, são mais numerosos em presídios. A questão de prevenção e controle de doenças como hepatite e HIV é maior também nessa população. É uma população mais vulnerável", disse a especialista.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Câmara