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sexta-feira, 11 de março de 2016

Em ato na Câmara, profissionais alertam para prevenção de doenças renais

Evento foi realizado para lembrar o Dia Mundial do Rim, comemorado no dia 10 de março
A Câmara dos Deputados realizou, nesta quarta-feira (9), um ato pela conscientização das doenças do rim. O evento, feito na véspera do Dia Mundial do Rim, foi organizado em parceria com a Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil (FENAPAR), da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e da Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT).

Sintomas
As doenças renais são silenciosas e os sintomas são sutis. Dificuldade para crescer e ganhar peso, anemia que não responde ao tratamento e alterações no volume urinário e na pressão arterial são alguns possíveis sinais de doença renal crônica.

Na opinião do presidente da FENAPAR, Renato Padilha, o ideal é começar os cuidados desde a infância: "Se você é um descendente de diabético ou de uma família que tem pressão alta, já é um indício para começar a acompanhar a criança desde o pré-natal para que ela não desenvolva obesidade, para que ela faça exercício físico, tenha cuidado com a alimentação. Os cuidados lá no pré-natal vão possibilitar uma boa prevenção para que a criança não desenvolva a patologia".

O vice-presidente da Frente Parlamentar de Incentivo à Captação e Doação de Órgãos, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP), também participou do ato: "O que temos visto é que muitas vezes a pessoa que chega ao estado de ter que fazer hemodiálise é porque nunca fez a prevenção, e quando aparece o problema, já é irreversível”. O deputado elogiou o trabalho de conscientização da população, mostrando que grande parte dela tem a predisposição genética para desenvolver doenças nos rins. “Cabe aí o alerta: faça os exames periódicos preventivos".

Vinícius Carvalho também encorajou entidades e profissionais da área a levarem demandas e propostas do setor para serem discutidas na Frente Parlamentar de Incentivo à Captação e Doação de Órgãos.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Dia Mundial do Rim debate sobre a prevenção da doença renal na infância

O programa Cotidiano discute o assunto e alerta sobre os cuidados


Dia Mundial do Rim
Dia Mundial do Rim divulgação
Ontem, 10 de Março de 2016 foi comemorado o Dia Mundial do Rim, neste dia foram realizadas ações em todo o mundo com o objetivo de divulgar as informações relacionadas a prevenção das doenças renais.

A Sociedade Brasileira de Nefrologia coordena essa campanha no Brasil. A nefrologista e coordenadora de Transplante Renal do Hospital Santa Lúcia, Maria Letícia de Azevedo, explica os sintomas e fala sobre os cuidados que as crianças devem ter.

Dia Mundial do Rim debate sobre a prevenção da doença renal na infância

Confira a entrevista completa clicando no link acima.

Fonte: Rádio Nacional de Brasília

sexta-feira, 4 de março de 2016

Senado - Dia Mundial do Rim será comemorado pelo Senado


Eduardo Amorim é um dos autores do pedido da sessão.Waldemir Barreto/Agência Senado
O Senado fará, na quinta-feira (10), às 11h, uma sessão especial para comemorar o Dia Mundial do Rim. Para o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), que foi um dos autores do pedido, comemorar essa data é uma maneira de chamar a atenção para as doenças que afetam o órgão, como a doença renal crônica, que tem aumentado em todo o mundo.
O lema da campanha da Sociedade Brasileira de Nefrologia neste ano é “A prevenção da doença renal começa na Infância”. O objetivo é facilitar a educação e a detecção precoce, além de incentivar um estilo de vida saudável para as crianças e seus pais, a fim de combater o aumento de doenças evitáveis nos rins. De acordo com o órgão, a doença renal crônica em crianças é relativamente rara, porém, quando ocorre, traz consequências devastadoras e o tratamento dessa condição de alta complexidade é difícil, caro e trabalhoso.

Segundo Amorim, cerca de 50 mil brasileiros morrem por ano vitimas de algum tipo de doença renal crônica.
— Muitas delas, com certeza, poderiam ser evitadas. Por isso, se faz necessário que o Senado realize esta sessão especial para que, juntos, possamos encontrar soluções, pois é inadmissível que mais vidas continuem sendo perdidas — disse o senador.

Amorim também apontou outros problemas a serem enfrentados por doentes renais crônicos. Como exemplo, citou a defasagem dos repasses do Sistema Único de Saúde (SUS) para clínicas de hemodiálise, o que resulta na inviabilização da continuidade do atendimento.

Fonte: Agência Senado

quinta-feira, 12 de março de 2015

Sociedade Brasileira de Nefrologia pede mais investimentos em diálise

Foto: ABr
Cerca de 100 mil pessoas fazem atualmente tratamento de diálise em todo o Brasil. O país conta com 750 clínicas habilitadas para prestar esse tipo de serviço – a maioria privada. “Por enquanto, a gente ainda dá conta da demanda, mas o número de pacientes aumenta mais rápido que o número de clínicas”, alertou a presidenta da Sociedade Brasileira de Nefrologia, Carmen Tzanno.

Ao cobrar investimentos no setor, Carmen ressaltou que o tratamento de diálise é caro, exige medicação especial e requer mais atenção por parte do governo. “A estimativa é que um em cada dez brasileiros tenha algum grau de lesão renal. Nossa luta é por esses milhões de pessoas que precisam da nossa atenção, pelos 100 mil pacientes que estão em diálise e pelos 35 mil que estão na fila do transplante de rim”, acrescentou.

No Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), ela explicou que, nos últimos dez anos, o número de brasileiros em diálise aumentou 134% enquanto o número de estabelecimentos que oferecem o serviço cresceu apenas 40%. “É uma preocupação porque o Brasil optou pelo direito universal à saúde. Somos hoje 200 milhões de pessoas e há um número muito grande de pacientes precisando desse atendimento.”

O Ministério da Saúde informou que o número de serviços de hemodiálise passou de 483, em 2004, para 702, em 2014. De acordo com a pasta, os investimentos no setor no ano passado totalizaram R$ 2,57 bilhões.

Fonte: Agência Brasil

Dia Mundial do Rim: silenciosa, doença renal crônica atinge 10% da população


A doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença. Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que o exame dos níveis de creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

Os principais sintomas da doença renal crônica são falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.
O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes? Há pessoas com doença renal crônica na família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.
Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no país, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%.

Fonte: Agência Brasil