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sábado, 16 de maio de 2015

TECPAR FIRMA ACORDO PARA PRODUZIR MEDICAMENTO PARA O CONTROLE DA ASMA

Laborat—rio TECPAR. Foto Silvane Bonetto
Laboratório Tecpar. Foto Silvane Bonetto
O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) protocolou, junto ao Ministério da Saúde, a proposta de projeto de parceria com a empresa britânica GSK para o desenvolvimento de um medicamento broncodilatador usado no controle da asma por Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). Hoje, o ministério gasta por ano em torno de R$ 85 milhões com a compra desses produtos.
O pedido para a produção do medicamento à base do sulfato de salbutamol faz parte de um pacote de cinco medicamentos e um equipamento médico do qual o Tecpar concorre para produzir em parcerias com empresas privadas por meio de PDP. O resultado das propostas de projeto de parceria do Tecpar para produção conjunta com a GSK deve sair até o final do ano.
O acordo com a empresa britânica tem como objetivo transferir a tecnologia de produção do medicamento para que o Tecpar passe a fornecê-lo ao Ministério da Saúde, que hoje gasta R$ 85 milhões ao ano com a compra do produto no mercado privado. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, a asma atinge atualmente 20 milhões de brasileiros.
De acordo com o diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, a parceria consolida ainda mais o papel do instituto na atração de empresas inovadoras na área da saúde para o Paraná. “São produtos de alto valor agregado que ampliam o leque de medicamentos e equipamentos produzidos pelo instituto, produção essa que atende a vocação do Tecpar como Parque Tecnológico da Saúde”, salienta.
O produto da GSK é indicado para controle e prevenção das crises de asma, bronquite crônica e enfisema e o seu dispositivo inalatório spray pode ser ajustado de forma precisa para cada paciente, de acordo com a doença a ser tratada.
PDP
As parcerias firmadas, entre laboratórios públicos e privados, têm como meta garantir a autossuficiência do mercado nacional, dentro do programa do Complexo Industrial da Saúde, do Ministério da Saúde. As PDPs são parcerias realizadas entre instituições públicas e entidades privadas com objetivo de dar acesso a tecnologias prioritárias, de reduzir a vulnerabilidade do SUS a longo prazo e de racionalizar preços de produtos estratégicos para saúde, com o comprometimento de internalizar e desenvolver novas tecnologias estratégicas e de valor agregado elevado.
As PDPs têm como finalidade fabricar no país produtos enquadrados nos grupos de fármacos, medicamentos, adjuvantes, hemoderivados e hemocomponentes, vacinas, soros, produtos biológicos ou biotecnológicos de origem humana ou animal e produtos para diagnóstico de uso in vitro. Os produtos e bens priorizados pelas PDPs cuja demanda possa ser induzida pelo poder de compra do Ministério da Saúde são estabelecidos em listas específicas definidas pelo próprio ministério.
Fonte: Ascom/TECPAR

domingo, 16 de novembro de 2014

Novas parcerias para produção de medicamentos inovadores


O Brasil passará a produzir medicamentos de última geração para o tratamento de doenças reumáticas e tuberculose. A transferência de tecnologia será feita por meio de Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP), política do governo federal voltada à produção de tecnologias inovadoras e estratégicas para a rede pública de saúde, e prevê investimentos de mais de R$ 213 milhões no primeiro ano.

Fonte:  TV Saúde

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Tecpar apresenta resultados de desenvolvimento de oncológicos em evento nacional


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                              Foto: Divulgação

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) vai apresentar no evento “Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde : Resultados e avanços de pesquisas estratégicas para o SUS”, em Brasília, o andamento das pesquisas para o desenvolvimento de produtos oncológicos no país, com base na experiência da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) do Bevacizumabe, produto de última geração que combate o câncer e a degeneração macular relativa à idade, que será produzido em Maringá.

O diretor-presidente da instituição, Júlio Felix, que também preside a Associação de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), entidade que congrega 20 laboratórios públicos do país, vai apresentar as iniciativas no desenvolvimento de oncológicos tanto do Tecpar quanto das demais entidades associadas. A apresentação será feita no Encontro da Rede Nacional de Pesquisa Clínica em Câncer (RNPCC), atividade plenária do evento, realizado pelo Ministério da Saúde até sexta-feira (14). Felix debate ainda, junto aos especialistas no setor, qual o potencial da RNPCC para investigação clínica de produtos oncológicos novos e oriundos de PDP.

O Tecpar está envolvido em três PDPs, uma delas para o desenvolvimento do oncológico Bevacizumabe, em parceria com as empresas Biocad, da Rússia, e a Blanver, brasileira, que vai resultar na implantação de uma planta no Tecnoparque de Maringá, com entrega prevista a partir de 2017. Além do oncológico Bevacizumabe, a instituição trabalha em outras duas PDP: da cola de fibrina, primeiro selante de fibrina obtido por rota biotecnológica, com produção 100% nacional e em desenvolvimento no campus CIC; e a Rede Cegonha, para a montagem de kits de medicamentos que tratam a mortalidade materna e neonatal.

PDP
As PDP são parcerias realizadas entre instituições públicas e entidades privadas com objetivo de dar acesso a tecnologias prioritárias, de reduzir a vulnerabilidade do SUS a longo prazo e de racionalizar preços de produtos estratégicos para saúde, com o comprometimento de internalizar e desenvolver novas tecnologias estratégicas e de valor agregado elevado. As PDP fabricam produtos enquadrados nos grupos de fármacos, medicamentos, adjuvantes, hemoderivados e hemocomponentes, vacinas, soros, produtos biológicos ou biotecnológicos de origem humana ou animal e produtos para diagnóstico de uso in vitro. Os produtos e bens priorizados pelas PDP, cuja demanda possa ser induzida pelo poder de compra do Ministério da Saúde, são estabelecidos em listas específicas definidas pelo próprio ministério.

Fonte: Ascom/TECPAR