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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Espirito Santo: Estado decreta emergência e quer distribuir repelente



Foto: Thiago Guimarães 


Conforme noticiou o jornal A Tribuna, com a intenção de combater o mosquito Aedes aegypti, o governo do Estado decretou ontem situação de emergência e pediu ao Ministério da Saúde que inclua na Relação Nacional de Medicamentos (Rename) o fornecimento imediato de 50 mil unidades a grupo de riscos, especialmente as grávidas.
 
A prioridade a gestantes se dá porque o zika vírus está relacionado à microcefalia – com má-formação do cérebro do bebê que pode levar a problemas graves no desenvolvimento da criança. O decreto foi motivado porque o Espírito Santo registrou, entre 4 de janeiro e 28 de novembro deste ano, 35.388 casos de dengue. Já em relação ao zika vírus foram registrados no Estado até a última terça-feira 185 casos suspeitos da doença, sendo que cinco desses foram confirmados laboratorialmente.
 
O zika vírus já atingiu, pelo menos, 21 bairros na Grande Vitória, sendo 20 na capital e um em Vila Velha. Em outros 16 bairros da região metropolitana há casos sob investigação. Para alguns médicos, a situação já pode ser considerada uma epidemia. O governo do Estado também solicitou ao Ministério da Saúde o fornecimento de insumos e equipamentos para realização de exames no Laboratório Central da Sesa, assim como inseticidas para ações emergenciais e apoio do Exército no combate ao mosquito. Durante o encontro - que aconteceu ontem no Palácio Anchieta e contou com a presença de autoridades estaduais e municipais, como prefeitos da Grande Vitória, além de médicos e representantes de instituições de ensino —, o governador Paulo Hartung reforçou o pedido pela ajuda do Exército nas ações de combate. 
 
Já o secretário de Estado da Saúde, Ricardo de Oliveira, explicou que o decreto de situação de emergência elimina a burocracia. ''Isso vai nos ajudar muito, porque se sabe como é a burocracia do setor público. Esse decreto vai permitir que a gente faça um ataque mais fácil ao inimigo número um: o mosquito''. Prefeitos também anunciaram ações nesse combate. Hoje acontece o Dia D em Vitória, a partir das 9 horas, no Bairro da Penha, Bonfim e região, com a presença do Exército. Na Serra, o prefeito Audifax Barcelos instituiu um comitê de enfrentamento ao vírus. 
 

Fonte: A Tribuna - 07/12/2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Rollemberg decreta emergência na saúde pública do Distrito Federal

Hospital de Base de Braasília
O governador Rodrigo Rollemberg anunciou na noite desta segunda-feira (19) a decretação de situação de emergência na saúde pública do Distrito Federal nos próximos 180 dias. Nesse período, o governo instala uma força-tarefa para revisar a renegociação de contratos e escalas de trabalho. Remanejamentos para atendimento emergencial também estão incluídos na revisão pretendida por Rollemberg.

De acordo com a assessoria do governo do Distrito Federal (GDF), qualquer servidor da administração pública de Brasília poderá ser chamado pelo secretário de Saúde, João Batista de Souza, para compor a força-tarefa. Além disso, membros do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e Polícia Civil do DF podem ser chamados para auxiliar os atendimentos na rede hospitalar.

Dentre os motivos apontados pelo governador estão “a falta de pagamento a fornecedores de medicamentos e de material médico-hospitalar, entre outros; o fechamento de diversos leitos em UTI, inclusive na neonatologia; e a descontinuidade da prestação de serviços, como de radioterapia, o que pode acarretar sofrimento aos pacientes e aumento no número de óbitos devido à interrupção do tratamento de câncer”.

Rollemberg vem enfrentando diversos problemas na saúde do DF desde que assumiu o cargo, no início do ano. O governo negocia com servidores da saúde e da educação o parcelamento de atrasados referentes a dezembro, dentre eles 13º salário e férias.

Os médicos entraram em greve na última sexta-feira (16), depois de rejeitar a proposta do governo de parcelamento das dívidas trabalhistas, acumuladas desde outubro do ano passado. Além disso, eles não aceitam a decisão de parcelar os salários dos servidores.

“Isso é provisório, para que possamos colocar as contas em dia. Estamos herdando uma dívida do governo anterior”, disse Rollemberg, ainda na semana passada. “Pedimos a compreensão dos médicos, dos professores, para que possamos regularizar. O caos não interessa a ninguém”, reforçou. O GDF vai pedir na Justiça a ilegalidade da greve.

Fonte: Agência Brasil