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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

CFM - Edição de dezembro do jornal Medicina está disponível para leitura no site do CFM

Está disponível no Portal Médico para leitura on-line o jornal Medicina de dezembro. A edição, de número 251, traz a manchete “Brasileiros dão nota baixa aos planos”, que revela que a insatisfação dos clientes com os serviços da saúde suplementar supera os 40%. Além disso, o levantamento aponta o alto índice de descontentamento com o valor das mensalidades (63% dos entrevistados atribuíram notas abaixo da média para este item). Estes e outros dados inéditos constam na pesquisa realizada pelo Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM). Na matéria sobre o tema, os conselheiros do CFM avaliam a relação desses números com o cenário da saúde no Brasil, marcado pela queda na qualidade do setor suplementar e por aspectos de regulamentação que precisam ser aprimorados.
A edição número 251 traz ainda temas como a decisão da justiça que determinou que se triplique os honorários por partos normais; a nova resolução sobre publicidade médica que esclarece como usar as redes sociais; e novidades sobre o Saeme, o Sistema de Acreditação de Escolas Médicas. Ética médica e ações institucionais não ficam de fora. Neste número, o leitor poderá conhecer as personalidades agraciadas com as Comendas 2015 do CFM, destinadas a personalidades que se destacaram pelo compromisso ético, técnico, acadêmico, científico e social com o país; e o alerta, emitido pelo CFM, contra os sucessivos casos de violência registrados em estabelecimentos de saúde contra médicos e outros profissionais da área. O documento endereçado à sociedade lembra que o clima de insegurança é fator que causa impacto no processo de atendimento e ressalta ainda a responsabilidade do Estado pelo quadro atual, classificado pelos conselheiros federais como “lastimável e inaceitável”.
Confira a edição completa em: http://www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/

Fonte: Portal Médico - CFM

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Tramitação da PEC da Carreira Exclusiva de Estado, balanço de um ano de gestão e pesquisa Datafolha são temas de edição de outubro do Jornal Medicina

 Um ano de gestão e pesquisa Datafolha são destaques na edição de outubro

A mobilização dos médicos em prol da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 454/09, que cria a carreira do Estado do médico no Sistema Único de Saúde (SUS); pesquisa Datafolha que mostra a insatisfação do brasileiro com os serviços de saúde oferecidos pelas redes pública e privada e o balanço de um ano da atual gestão são algumas das notícias do Jornal Medicina de outubro, já enviado para a casa dos médicos brasileiros. Para ler a edição da outubro, acesse aqui.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) tem centrado esforços pela aprovação da PEC 454/09, de autoria do hoje senador Ronaldo Caiado (DEM/GO), que já passou por todas as comissões da Câmara dos Deputados e está pronta para ser votada pelo plenário da Casa. No início de outubro, a autarquia promoveu uma atividade na Câmara com o objetivo de obter apoios de deputados à proposta. Mais de 40 deputados participaram do evento e selaram apoio à PEC 454/09.
O assunto voltou a ser tema da homenagem aos médicos realizada no dia 21 de outubro. Durante o evento, que foi acompanhado por mais de 400 médicos, estudantes de medicina e lideranças do setor, o presidente do CFM, Carlos Vital, enfatizou a necessidade de aprovação da PEC 454/09, já que ela “vem ao encontro das necessidades da sociedade brasileira e contempla legítimos interesses da classe médica. Assim, assume um caráter suprapartidário e sua aprovação constitui um dever de cidadania”, enfatizou. Mais de 230 deputados registraram presença na homenagem aos médicos.

E os deputados têm atendido os pleitos da classe médica. Em outubro foi aprovado o projeto de lei 8.140/14, do deputado federal Luiz Henrique Mandeta (DEM/MS), que proíbe em diplomas a expressão “bacharel em medicina”. Pelo projeto, deve prevalecer o termo “médico”. O projeto se faz necessário porque em 2014 um parecer emitido por um integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE) estabeleceu que nos diplomas deveriam constar “bacharel em medicina”. A medida prejudica médicos brasileiros que buscavam intercâmbio profissional fora do país, já o termo “médico” é reconhecido internacionalmente.

Pesquisa - A pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha para detectar a percepção do brasileiro acerca da saúde pública é outro tema tratado na edição de outubro do Jornal Medicina. De acordo com o Datafolha, 93% dos brasileiros reprovam o sistema de saúde do país, sendo que 60% o consideram ruim ou péssimo. Para 43%, a saúde deveria ser vista com prioridade pelo governo e 77% acreditam que os recursos do SUS são mal administrados. O serviço com mais dificuldade de acesso é a cirurgia, segundo 63% dos entrevistados, seguido da consulta médica (55%).
Dos entrevistados na pesquisa, 25% esperam por um atendimento do SUS há mais de um ano. Em relação à pesquisa realizada ano passado, aumentou o número de pessoas que aguardam um atendimento do SUS há mais de seis meses. Em 2015, esse percentual era de 29%, percentual que subiu para 41% em 2015.
Balanço – Os resultados alcançados nos doze primeiros meses da atual gestão do CFM, iniciada em 1º de outubro de 2014, também são detalhados no Jornal Medicina. Nesse período, o presidente da entidade, Carlos Vital, esteve em 73 audiências e representou o CFM em 66 eventos. O plenário aprovou 17 resoluções, entre elas a que atualizou as regras da reprodução assistida, e 60 pareceres. Também foi realizado o julgamento de 349 processos, que tramitam em média de seis a oito meses. No período também foram promovidas 80 reuniões no âmbito das comissões e câmara técnicas e realizados sete fóruns.
Em um ano foram realizadas 2.229 fiscalizações usando o sistema informatizado, o que permitiu a conclusão de que faltam estetoscópios em 21% dos consultórios visitados e tensiômetro em 19% deles. A entidade também se debruçou sobre o ensino médico, lançando o estudo “Radiografia das Escolas Médicas do Brasil”. O país já conta com 256 escolas de medicina, sendo que 130 foram abertas a partir de 2002, das quais 89 (69%) são privadas. Como forma de averiguar a qualidade das escolas médicas, o CFM lançou, em parceria com a Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), o Sistema de Acreditação das Escolas Médicas (Saeme), que vai dar notas para faculdades de medicina no país.
A autarquia lançou duas campanhas publicitárias, em abril e em outubro. Enquanto a primeira destacava o descaso na saúde pública, a lançada recentemente enfatizava atos de heroísmo praticado por médicos, afirmando, ao mesmo tempo, que médicos não querem ser heróis. Precisam é de condições para bem exercer o seu ofício. Além da mídia paga, o CFM foi citado em mais de 4 mil matérias, veiculadas em jornais, sites, rádios e televisões. Muitas dessas matérias tratam de levantamentos produzidos pela entidade, como a comprovação de que nos últimos 12 anos o governo federal deixou de aplicar R$ 171 bilhões destinados ao SUS. Em um ano, a entidade também lançou várias publicações, como a cartilha “Suicídio: informando para prevenir” e “Sepse: um problema de saúde”.
A edição de outubro do Jornal Medicina também traz matérias sobre o III Fórum do Médico Jovem, realizado em Florianópolis, e o I Fórum de Saúde Suplementar, promovido em Brasília. Outro assunto destacado foi o lançamento, em audiência pública no Senado Federal, do site WWW.criancasdesaparecidas.org

Fonte: Portal CFM

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

CFM - Edição de setembro do Jornal Medicina destaca campanha de combate à corrupção

Acesse aqui a publicação online
Conselhos Federal e Regionais de Medicina aderem à ação de combate à corrupção promovida pelo Ministério Público Federal (MPF). A participação das entidades na campanha 10 Medidas contra a Corrupção e a alteração do decreto presidencial que criou o Cadastro Nacional de Especialidades são os temas de destaque da edição de setembro do Jornal Medicina, nº 248.
O convênio firmando entre o CFM e o Observatório de Bioética e Direito da Unesco – que prevê a publicação conjunta de trabalhos científicos de bioética nas respectivas revistas; o impacto de cortes do governo federal, que chegam a R$ 3,8 bilhões, na Saúde para 2016; e a cobertura do II Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina 2015 também estão acessíveis para leitura na plataforma on line jornal.
A edição nº 248 aborda ainda a atualização da norma do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre reprodução assistida, que ampliou os direitos às mulheres acima de 50 anos para recebimento de óvulos em respeito à autonomia da paciente, além de especificar outros pontos; e o debate na Câmara dos Deputados sobre os critérios de acesso a residência médica.
Para ler esses e outros temas, como a tramitação da PEC 454/2009, que institui a carreira de Estado para o médico no Sistema Único de Saúde e estabelece diretrizes para sua organização, e a ação do CFM, acesse aqui a edição na plataforma de publicações online do Conselho Federal.
Fonte: Portal CFM

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

CFM - Edição 247 do Jornal Medicina destaca a Radiografia das Escolas Médicas

Clique na imagem e acesse o PDF

De 2003 a 2015, o número de escolas médicas saltou de 126 para 257, sendo que as particulares pularam de 64 para 154 e as públicas aumentaram de 62 para 103. Este é apenas um dos dados da Radiografia das Escolas Médicas Brasileiras, lançada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em agosto e foi pauta para matéria publicada no programa Fantástico. A Radiografia é o tema central do Jornal Medicina de agosto, que já começou a ser enviado para os médicos brasileiros. Acesse aqui para ler o Jornal.
As matérias do Jornal Medicina apontam, ainda, a falta de infraestrutura para a adequada formação dos futuros médicos, inclusive nas escolas selecionadas nos critérios do Programa Mais Médicos. De acordo com o levantamento do CFM, a maioria dos 36 municípios selecionados para receber novas escolas até o fim de 2016 não teria condições de atender as condições mínimas, caso as regras não tivessem sido alteradas recentemente com a publicação da Portaria nº 5/2015 do Ministério da Educação. O CFM também lançou uma plataforma online (www.portal.cfm.org.br/escolasmedicas), em que estão disponibilizados dados sobre as faculdades de Medicina, como número de alunos e condições infraestruturais do município e da região de saúde em que elas estão instaladas.
A edição de agosto também traz a cobertura do VI Fórum Nacional de Ensino Médico, que teve o objetivo de avaliar a formação médica no Brasil a partir das mudanças implementadas pela lei nº 12.871/13 (Mais Médicos). OJornal Medicina também traz informações sobre o Sistema de Acreditação das Escolas Médicas (Saeme), lançado recentemente pelo CFM e pela Associação Médica Brasileira (AMB), que está na fase de seleção das escolas que passarão pelo processo de acreditação.
Dois pareceres do CFM são noticiados nesta edição do Jornal Medicina. O de número 14/15, que trata dos critérios para a realização de ressonâncias magnéticas; e o de número 18/15, com orientações sobre o pedido de exames complementares, esclarecendo que estes, quando decorrentes de atos médicos, só podem ser realizados se solicitados por um médico. O Jornal Medicina também antecipa informações sobre a campanha publicitária a ser veiculada pelo CFM no dia 18 de outubro, quando é comemorado o Dia do Médico. Neste ano, as peças publicitárias vão ressaltar esforços individuais dos médicos para salvar vidas.

Fonte: Portal CFM

quinta-feira, 23 de julho de 2015

SUS público e integral não é prioridade do governo federal, diz economista

As projeções para o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) não são nada promissoras na avaliação do economista e professor doutor livre docente de Economia da Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP), Àquilas Mendes. De forma concreta, diz ele, o Ministério da Saúde conta em 2015 com um orçamento inferior ao de 2014; as transferências de recursos aos estados e municípios serão reduzidas; e as emendas parlamentares voltadas para a saúde permanecerão congeladas. Em entrevista concedida ao Jornal Medicina, Mendes expõe de maneira objetiva o atual cenário econômico que aflige a saúde pública no Brasil.
Doutor em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), atualmente Mendes também é professor doutor do Departamento de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Economia Política da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Foi presidente da Associação Brasileira de Economia da Saúde e é colaborador permanente da coluna Domingueira da Saúde, do Instituto de Direito Sanitário Aplicado (Idisa).
Autor de vários livros e artigos sobre economia da saúde, financiamento da saúde e gestão orçamentária e financeira das políticas públicas, Mendes defende uma mudança da política econômica que, em cumprimento ao superávit primário, prioriza o pagamento de juros da dívida pública em detrimento às políticas sociais. “Infelizmente, falta compromisso por parte do governo federal com a população brasileira“, lamenta.
Confira a seguir a íntegra da entrevista do Jornal Medicina com Àquilas Mendes:
O professor da PUC-SP Áquilas Mendes defende mudanças na política econômica
O professor da PUC-SP Áquilas Mendes defende mudanças na política econômica
Jornal Medicina: A partir da estimativa do gasto público com saúde em 2014 e do corte de R$ 12 bilhões no orçamento do Ministério da Saúde em 2015, o senhor acredita a participação da União no financiamento público pode cair ainda mais neste ano? Isto é, cair dos 40,4% apontados no seu relatório para o Idisa?

Àquilas Mendes: No relatório do Idisa comentamos a participação do gasto federal em relação ao total do gasto público. Certamente, a participação da União no total desse gasto deve reduzir um pouco com o ajuste fiscal. Mas, não podemos esquecer que, de acordo com o nosso sistema tributário, a União é o ente que mais arrecada e, portanto, essa participação não deve cair substancialmente. Os municípios, seguidos dos Estados, vêm ampliando sua participação no total do gasto público, especialmente a partir dos anos 2000 com o estabelecimento da Emenda Constitucional 29 (vinculação de recursos). Realmente, esses entes encontram-se no limite de suas aplicações, apesar de disporem de receitas bem inferiores à União. Para uma alteração dessa situação seria necessária uma reforma tributária que dotasse os municípios e estados com maior capacidade arrecadatória e diminuir essa capacidade da União. Contudo, enquanto isso não é feito, o financiamento federal é fundamental e sua redução prejudica o financiamento do SUS como um todo.
JM: E o que dizer desse ajuste fiscal?
AM: Bem, com o ajuste fiscal, temos que analisar objetivamente os números. O Ministério da Saúde executou, em 2014, R$ 91,9 bilhões (dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde - SIOPS), sendo que a Lei Orçamentária Anual (LOA) determinava R$ 100 bilhões. Portanto, foram efetivamente gastos R$ 8,1 bilhões a menos. Isso é o que interessa para toda a população brasileira. Já em 2015, a LOA aprovada foi de R$ 103,3 bilhões, isto é, R$ 3,3 bilhões a mais que o ano anterior. Porém, com o corte do ajuste fiscal, passou-se a um orçamento de R$ 91,5 bilhões, sendo R$ 11,8 bilhões a menos do que foi planejado do ponto de vista orçamentário. De forma concreta, o Ministério da Saúde contará, nesse ano, com um orçamento inferior ao ano de 2014.
JM: O que isso significa?
AM: Ora, parece claro que a saúde dos brasileiros ficará bem mais prejudicada, quando se compara com a situação da saúde no ano passado. Não podemos admitir o discurso do que nada será alterado, à medida que os números são claros e objetivos. Lamentamos que governo federal, mais uma vez, insista em contribuir ao desmonte do nosso importante direito universal à saúde.
JM: Em seu artigo o senhor diz que, como as transferências para Estados e Municípios representam mais de dois terços do orçamento do Ministério da Saúde, o corte de recursos agravará a situação de asfixia financeira. Poderia explanar um pouco mais sobre como esse corte pode prejudicá-los e, consequentemente, a população brasileira?
AM: Com o corte do ajuste fiscal, o Ministério da Saúde reduzirá transferências aos estados e municípios no que se refere a incentivos financeiros que integram os blocos de financiamento da atenção básica, da média e alta complexidade, da vigilância em saúde e da assistência farmacêutica. Isso porque esses incentivos respondem a projetos específicos que, principalmente, os municípios, enviam ao Ministério. De forma geral, o ajuste fiscal afetará de forma considerada os investimentos fundamentais para a ampliação imediata de serviços ambulatoriais e hospitalares e prejudicará a implantação das Redes de Atenção à Saúde em todas as regiões dos estados brasileiros, impactando a prestação de ações assistenciais e sanitárias disponibilizadas a toda a população.
JM: Pode haver impacto nas emendas parlamentares também?
AM: Não há dúvidas disso. Esse corte é direcionado para a o Orçamento da Saúde como um todo e as emendas parlamentares específicas sobre a ampliação de ações de saúde dos municípios não constituirão exceções. Mas, é preciso acrescentar que a situação das finanças públicas municipais, para além do congelamento de emendas parlamentares, será impactada de forma negativa com a crise econômica. Isto porque, haverá queda das transferências do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), formado por parcelas da arrecadação federal do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados. Além disso, com a crise também será verificado uma diminuição dos tributos cujo fato gerador está diretamente relacionado à atividade econômica, como a receita do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – de arrecadação dos governos estaduais e com repasse de 25% de seu total aos municípios – e a receita do Imposto sobre Serviços (ISS), no âmbito dos municípios. A rigor essas receitas compõem a base de cálculo da aplicação mínima legal em ações e serviços públicos de saúde nos Municípios.
JM: Qual sua avaliação sobre o futuro do SUS, visto que, aparente e gradativamente, ele tem sido preterido em relação à saúde suplementar?
AM: É preciso dizer que o SUS público e integral não vem sendo tratado como área prioritária do governo federal, desde o governo do Fernando Henrique Cardoso. Isso porque desde 1995 até 2014, o gasto com ações e serviços de saúde do Ministério da Saúde manteve-se praticamente o mesmo em 1,7% do PIB, enquanto o pagamento de juros da dívida correspondeu, em média, a 6,5% do PIB, nesse período. Além disso, mais recentemente, o descaso com esse SUS alcançou proporções elevadas. Recentemente, duas medidas tiveram o apoio do governo federal que acabaram por prejudicar ainda mais o seu subfinanciamento histórico. A primeira diz respeito à aprovação da Lei 13.097/2015, que permite a exploração do capital estrangeiro nos serviços de saúde, inclusive o filantrópico, por meio da permissão de aquisição das Santas Casas – instituição que basicamente é financiada pelo Estado brasileiro. A segunda medida refere-se à aprovação da Emenda Constitucional 86/2015, que modificou a base de cálculo do financiamento federal da saúde, reduzindo-o ainda mais do baixo nível de gasto que se alcançou até recentemente, 1,7% do PIB em 2014, sendo 3,9% quando se inclui os três níveis de governo. Em países com sistemas universais, esse percentual corresponde, em média, a 8,3% dos seus PIBs.
JM: Qual a projeção de impacto dessa nova base de cálculo do financiamento do SUS?
AM: A nova regra de cálculo (13,2% da Receita Corrente Líquida) aponta para uma diminuição dos valores a serem aplicados em ações e serviços públicos pelo governo federal já em 2016, em comparação ao que seria se a regra anterior – baseada na variação nominal do PIB – continuasse em vigor após 2015. Com base nessa alteração, o orçamento federal da saúde terá uma redução de R$ 9,2 bilhões. Assim, o tamanho do problema é significativo, com corte de recursos por meio do ajuste fiscal e a diminuição dos recursos por meio da EC 86. Devemos nos perguntar, a quem interessa o subfinanciamento do nosso sistema de saúde e o fortalecimento do setor privado, inclusive com a participação das empresas estrangeiras? Não temos dúvida que não interessa à maior parte da sociedade brasileira.
JM: Como preservar as políticas de saúde diante da crise econômica mundial e seu impacto no Brasil?
AM: Somos da opinião que é preciso sim um ajuste fiscal, mas de outro caráter, isto é, comprometido com a manutenção das políticas sociais de direitos e não o seu desmanche. Dito de outra forma, o ajuste não deveria priorizar a diminuição de gastos públicos sociais. Daí insistirmos que poderiam ser tomados outros caminhos.
JM: Pode explicar um pouco mais sobre estes caminhos alternativos?
AM : Em primeiro lugar, o governo federal poderia priorizar a  adoção de mecanismos de tributação para a esfera financeira,  responsável pela grande riqueza nos últimos 35 anos, por meio da criação de uma contribuição geral sobre as grandes movimentações financeiras – para quem movimenta mais de R$ 2 milhões mensais, por exemplo – com destinação vinculada à Seguridade Social. Isto poderia significar, então, a criação de uma Contribuição Geral sobre as Grandes Fortunas, com destinação para a seguridade social, consequentemente para a saúde. Há várias propostas sendo discutidas nesse sentido, inclusive, há projetos em tramitação no Congresso Nacional.
Em segundo, uma medida importante a ser adotada deveria ser a rejeição da política macroeconômica, utilizada desde o governo FHC, baseada no tripé – superávit primário, metas de inflação e câmbio flutuante – que impõe à área social, em geral, e à saúde, em particular, permanentes cortes de recursos. A intenção desse governo federal atual de perseguir uma meta de cumprimento de 1,2% do PIB em 2015 para o pagamento de superávit primário leva-o a adotar a magnitude de um ajuste fiscal de redução de R$ 69,9 bilhões no Orçamento Federal.
Em terceiro lugar,  toda explicação do governo para a adoção desse ajuste apoia-se na seguinte afirmação: não temos fontes fiscais específicas e com a crise o Orçamento Federal será largamente prejudicado. Ora, é conhecido de todos que o Orçamento da Seguridade Social (OSS), formado pela saúde, previdência e assistência social, vem demonstrando superávits há vários anos. Mais recentemente, registre-se: em 2010, R$ 53,8 bilhões; em 2011, R$ 75,8 bilhões; em 2012, R$ 82,7 bilhões e, em 2013, R$ 76,2 bilhões. Grande parte desse superávit vem sendo transferido para o pagamento de juros da dívida, em respeito, como dissemos, à política de manutenção do superávit primário e corte dos gastos das políticas de direitos sociais, como a saúde.
JM: É possível fazer um ajuste fiscal sem cortar recursos da saúde?
AM: Sim, basta eliminar a Desvinculação das Receitas da União (DRU), que as áreas de direitos sociais não serão prejudicadas pela crise econômica. Criado em 1994 e ainda em funcionamento, a DRU é um mecanismo em que 20% das receitas da seguridade social são retiradas e destinadas ao pagamento de juros da dívida. Os recursos retirados pela DRU foram: em 2010, R$ 45,9 bilhões; em 2011, R$ 52,4 bilhões; em 2012, R$ 58,1 bilhões e, em 2013, R$ 63,4. Isso significou uma extração, em média, de cerca de 55% do saldo superavitário do OSS, a partir de 2010. Entre 1995 a 2013, a perda de recursos para a Seguridade Social com a DRU correspondeu a cerca de R$ 641 bilhões. Sabe-se que a continuação da DRU está garantida até 2015, quando possivelmente será colocada pelo governo federal a sua prorrogação, como o fez sistematicamente desde sua criação. A sociedade brasileira precisa saber disso e aí, sim, rejeitar a continuidade da DRU. Infelizmente, falta compromisso por parte do governo federal com a população brasileira.  
JM: Como enfrentar o subfinanciamento do SUS nesse contexto?
AM: Deve-se defender a mudança dessa política econômica que, em cumprimento ao superávit primário, prioriza o pagamento de juros da dívida pública, isto é, uma forma de financeirização do orçamento público. Em 2014, o Orçamento executado do Governo Federal foi de R$ 2,2 trilhões, sendo que o pagamento para juros e amortizações da dívida correspondeu a 45,1% do seu total, enquanto para a saúde foi alocado apenas 4%. Refletindo sobre essa problemática, é possível dizer que a sociedade brasileira, em geral, e o setor saúde, em particular, deveriam reivindicar uma auditoria dessa dívida, a fim de possibilitar maiores recursos disponíveis para a seguridade social (saúde, previdência e assistência social), assim como fez o Equador, de forma bastante equilibrada, com a participação de parlamentares de diversos países. Nesse país, depois dessa medida, 70% da dívida foram declarados ilegais e o governo equatoriano admitiu pagar os outros 30%, restando recursos para serem destinados às políticas sociais.
Fonte: Portal CFM

terça-feira, 7 de julho de 2015

CFM - Jornal Medicina de junho destaca novo modelo de acreditação de escolas médicas

Acreditação de escolas médicas é tema da edição 245
                                                           Acreditação de escolas médicas é tema da edição 245
Escolas médicas de todo o Brasil poderão aderir a um modelo, desenvolvido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), que ajudará a identificar os cursos de Medicina (públicos e privados) que atendem às exigências mínimas para a formação dos futuros profissionais. Essa é a proposta do Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (Saeme), destaque do Jornal Medicina – edição 245 de junho de 2015.
Acessível para leitura na plataforma on-line do CFM, a edição também traz outros temas, como a realização de procedimentos em puericultura e o desrespeito por parte das operadoras ao não pagarem os valores correspondentes aos atendimentos, apesar da existência de regulamentação em vigor.

Debate sobre violência contra médicos no VIII Encontro do Fórum Ibero-Americano de Entidades Médicas; recomendação do CFM para que instituições de saúde criem comitês de bioética para subsidiar decisões de ordem moral, bioética e educativa; e crise no sistema de saúde de estados do Nordeste – que sofrem com problemas de gestão  são outros temas abordados no periódico. 
Como forma de promover amplo debate  e exame conjunto de questões fundamentais para a Medicina e a sociedade , o jornal traz ainda outros assuntos fundamentais como a ação de deputados de Minas Gerais e Mato Grosso para que se corrija a Tabela SUS e a ação do CFM e da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) para assegurar direitos de médicos e pacientes diante da Resolução Normativa 368/2015 da Agência Nacional de Saúde (ANS), que interfere na prática médica em obstetrícia.
Confira o jornal Medicina completo no abaixo:

Fonte: Portal CFM

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Nova edição do Jornal Medicina destaca defasagem da Tabela SUS



A perda acumulada nos honorários médicos em procedimentos da Tabela SUS chegou a quase 1.300% em sete anos (2008 a 2014). Os dados são parte do levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que é destaque da edição nº 244 do Jornal Medicina, de maio de 2015.

Disponível para leitura on line, o periódico aborda também a realização do V Congresso Brasileiro de Direito Médico, em Brasília nos dias 7 e 8 de maio, que reuniu mais de 400 médicos e especialistas na ciência do Direito proporcionando discussões qualificadas.

A reação do CFM à recomendação do Ministério da Saúde sobre a ausência de especialista em cesarianas e a má gestão financeira exercida pelo Governo Federal, que deixou de investir R$ 500 milhões em obras e compras de equipamentos na área da saúde no primeiro quadrimestre de 2015, também são pautas desta edição.

Para ler esses e outros temas, como a dificuldade do Sistema Único de Saúde (SUS) de enfrentar a epidemia de sepse e a participação do CFM na CPI de Órteses e Próteses da Câmara dos Deputados, clique aqui.

Fonte: Portal CFM

quinta-feira, 19 de março de 2015

Fiscalização dos CRM´s em postos de saúde é destaque da edição nº 242 de março do Jornal Medicina

O Jornal Medicina, edição nº 242, de março de 2015, está disponível para leitura on line. Como destaque, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulga dados de vistorias realizadas pelos Conselhos Regionais (CRMs) que apontam os principais problemas das Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o País. O levantamento mostra o sucateamento de postos de saúde, deixando unidades sem itens básicos como agulhas e seringas.
 O fracasso do PAC da Saúde, programa do governo federal que não entregou 75% das ações previstas, e os prejuízos trazidos pelo Programa Mais Médicos ao sistema de Residência Médica também são pautas desta edição.
 O I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina de 2015, realizado em Belo Horizonte (MG), é destaque e, dentre os principais temas debatidos no encontro, estão Residência Médica, limites em Alta Complexidade e os desafios do exercício da Medicina na América Latina.
 Crise nas maternidades, que fecham as portas no País, ajuda aos desabrigados no Acre e homenagem ao Dia Internacional da Mulher encerram a edição nº 242.
Para ler esses e outros temas, confira a nova  edição na plataforma de publicações online do CFM.

Fonte: Portal CFM

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Jornal Medicina, edição de fevereiro destaca análise do CFM sobre orçamento do SUS

A edição 241 do Jornal Medicina está disponível para leitura on-line e tem como destaque uma nova análise do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre as contas do Ministério da Saúde, que revela que quase R$ 10 bilhões deixaram de ser aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo governo federal em 2014. Desse valor, mais da metade dos recursos não utilizados deveria ter sido investida em obras e equipamentos para unidades da rede pública. O periódico destaca ainda que a Saúde também foi afetada pela “pedalada fiscal” do governo e como os atrasos federais acentuaram problemas das Santas Casas, responsáveis por 54% dos atendimentos do SUS.


O jornal mostra também o posicionamento do CFM e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) sobre as novas regras anunciadas pelo Ministério da Saúde para realização de partos cesáreos na saúde suplementar; o reconhecimento da cirurgia bariátrica e da reprodução assistida como áreas de atuação médica e suas implicações; e os preparativos para o I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina 2015.

Dando andamento à apuração de denúncias sobre irregularidades na venda, licitação e prescrição de órteses, próteses e materiais especiais (OPMEs), sindicâncias foram instauradas nos Conselhos Regionais de Medicina e o desdobramento dos casos pode ser lido nas páginas 4 e 5. O presidente do CFM, Carlos Vital, também se posiciona sobre A máfia das próteses em artigo publicado na Palavra do Presidente.

Para ler esses e outros temas, Clique aqui para acessar a edição

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Jornal Medicina do CFM, edição de janeiro está disponível para os leitores



A edição de janeiro de 2015 do Jornal Medicina CFM já está em circulação. A publicação, que está disponível em versão online e impressa, tem como foco a decisão dos Conselhos de Medicina de reforçarem a fiscalização nos hospitais e prontos-socorros. Em reportagem, são apresentados os destaques de nota aprovada pelos presidentes dos CRMs e diretores do CFM sobre o assunto.

Também são apresentados alguns exemplos de resultados de fiscalização realizadas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Pernambuco. Nos textos, são apresentados alguns dos problemas encontrados pelos fiscais dos CRMs em suas vistorias e ainda desdobramentos das ações implementadas.

O Jornal do CFM, em janeiro, ainda traz aos leitores detalhes da Resolução CFM nº 2.113/2014, que define critérios de prescrição do canabidiol para crianças e adolescentes portadores de epilepsias refratárias ao tratamento. Com o tratamento dado ao tema, que teve grande destaque na mídia nacional, o CFM consolidou-se como agente normatizador.

Pautado pela busca de respostas, o CFM se debruçou sobre cerca de 120 estudos científicos internacionais. Apesar de indícios, todos os trabalhos apontaram para a ausência de segurança e eficácia plenas do canabidiol. Estes resultados fundamentaram a Resolução, cuja publicação foi comemorada por vários médicos e pacientes. O trabalho, que contou com ampla repercussão na imprensa, serve de parâmetro para futuras discussões sobre o tema.

Além dessas matérias, o Jornal Medicina aborda questões como a tramitação dos projetos que propõem a criação da carreira de Estado para o médico, os problemas na execução do Provab, os destaques da agenda parlamentar da saúde para 2015 e a recomposição das Comissões e Câmaras Técnicas que integram o CFM.

Para o ler a íntegra da edição 240 clique aqui.

O leitor também pode fazer o download do aplicativo CFM PUBLICAÇÕES, disponível de graça nas lojas da Apple Store e da Google Play, para fazer a leitura da íntegra da publicação em seu celular ou tablet. Saiba mais.

Fonte: Portal CFM

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Mudanças na Residência Médica e no Samu são temas da edição de dezembro do Jornal Medicina

capa 239A Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) nº 2.110/14, que normatiza o funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), está detalhada na edição de dezembro do Jornal Medicina. A Resolução, editada em novembro, estabelece, por exemplo, que o SAMU deve, obrigatoriamente, priorizar os atendimentos primários e não servir para o transporte de pacientes entre hospitais, a procura de uma vaga. Diante das dúvidas de estudantes e professores dos cursos de medicina em relação às mudanças na Residência Médica impostas pela lei do Mais Médicos (nº 12.971/13), o CFM buscou informações nos ministérios da Saúde e da Educação e na Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) sobre como serão feitas as alterações curriculares. Apenas o último órgão respondeu os questionamentos. Mesmo diante do silêncio do governo federal, a matéria foi feita e o texto traz questionamentos sobre o futuro da Residência Médica. A edição de dezembro do Jornal Medicina também mostra o trabalho que está sendo realizado pelo CFM para explicar aos médicos o alcance das Resoluções CFM nº 2.077 e 2.079, que estabelecem novos fluxos e responsabilidades nas urgências e emergências. Em dois meses, o 1º vice-presidente da autarquia, Mauro Ribeiro, visitou os conselhos regionais de medicina do Acre, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí e Rondônia para falar sobre as resoluções. A precariedade das emergências no Piauí e a falta de Unidades de Terapia Intensiva têm provocado a morte de dezenas de pacientes. A denúncia foi feita pela Sociedade de Terapia Intensiva do Piauí (Sotipi) em matéria publicada no Jornal Medicina. O CFM também denunciou, em evento do Tribunal de Contas da União (TCU), o descaso do governo federal com a saúde. “A União deixou de gastar R$ 131 bilhões na saúde nos últimos anos”, afirmou o presidente do CFM, Carlos Vital.Outros temas tratados na edição de dezembro foram o I Fórum do Médico Jovem; a regulamentação da lei nº 13.003/14, que trata da contratualização entre os médicos e os planos de saúde, a fiscalização do Mais Médicos; homenagens a Adib Jatene e João Manuel Cardoso Martins; o IV Congresso de Humanidades Médicas, realizado em Recife; a campanha de prevenção ao suicídio iniciada recentemente pelo CFM e a 5ª edição da Revista Medicina. Clique na imagem da capa para ler a edição de dezembro do Jornal Medicina.

Fonte: CFM

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Edição de novembro do Jornal Medicina mostra redução no número de leitos

capa238Em quatro anos, o Sistema Único de Saúde (SUS) perdeu 14,7 mil leitos de internação. Em 2010, existiam 336,2 mil vagas hospitalares, contra 321,6 mil registradas este ano. O levantamento completo sobre o número de leitos perdidos pode ser acompanhado na edição de novembro do Jornal Medicina. O periódico mostra, ainda, que o Ministério da Saúde deixou de aplicar, desde 2003, R$ 131 bilhões no SUS. No período, mais de R$ 1 trilhão foi autorizado no Orçamento Geral da União, mas apenas R$ 891 bilhões foi efetivamente gasto. O Conselho Federal de Medicina (CFM) defende transparência na aplicação dos recursos públicos. “Os brasileiros têm o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos ao governo estão sendo bem aplicados. Necessidade que se faz mais proeminente no caso da saúde”, afirmou o presidente da autarquia, Carlos Vital.
A edição de novembro também noticia uma importante vitória para os médicos na área jurídica, que foi a decisão da Justiça Federal reafirmando o laudo citopatológico positivo como um ato médico. Outra decisão favorável aos médicos foi dada pela 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que negou ao Conselho Federal de Educação Física o poder de, por meio de resolução, estabelecer que seus filiados poderiam praticar a acupuntura.
Congresso Nacional – A nova composição da Câmara dos Deputados, a tomar posse no próximo dia 1º de fevereiro, terá 49 médicos, contra 42 da legislatura atual. No Senado, a bancada médica continuará com sete senadores. A edição de novembro do Jornal Medicina também traz uma matéria sobre a regulamentação da lei nº 13.003/14, que assegura reajustes anuais aos prestadores de serviços às operadoras de planos de saúde.  
A edição de novembro também traz a informação de que o CFM vai acionar judicialmente o jornalista Paulo Henrique Amorim (do site Conversa Afiada), autor de matéria insinuando que o CFM teria doado R$ 40 mil na campanha eleitoral de 2012. A autarquia também vai acionar a Justiça contra multa aplicada pelo Conselho Administrativo de Direito Econômico (Cade), que acusou a autarquia de procurar impor a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) como o valor a ser cobrado a título de honorário médico.
O jornal também traz a programação do IV Congresso Brasileiro de Humanidades Médicas, que ocorre de 5 a 7 de novembro, em Recife. Na edição, também é possível saber quem são os homenageados com a Comenda CFM deste ano.
Acesse aqui  o Jornal Medicina do mês de novembro.

Fonte: CFM