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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Hospital do Trabalhador recebe novos equipamentos de tomografia e mamografia

Foto: Venilton Küchler/SESA

O Hospital do Trabalhador (HT), unidade do Governo do Estado em Curitiba, recebeu nesta semana dois novos equipamentos para o setor de diagnóstico: um tomógrafo e um mamógrafo. Os dois aparelhos estão sendo instalados e poderão atender a população a partir da primeira quinzena de novembro. 

“A estruturação da rede própria hospitalar é uma das prioridades do Governo do Estado. Com os novos equipamentos, a equipe do HT tem o suporte necessário para um melhor atendimento”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto. O investimento para a aquisição do tomógrafo e o do mamógrafo, incluindo os materiais necessários para a instalação, totalizou R$ 1,1 milhão. 

O hospital já possui um tomógrafo que, atualmente, realiza em média 1,5 mil exames por mês. O novo aparelho vai dividir a demanda de exames de tomografia realizados no hospital e ampliar o número de pacientes atendidos. O tomógrafo atual fica na área de emergência. 

“O tomógrafo na área de emergência é indispensável para identificar fraturas, quais os órgãos lesados, qual o grau de lesão, o volume de sangramento interno e traumas que são mais complexos. A tomografia computadorizada esclarece muito mais que um raio-X”, explica o diretor do Hospital do Trabalhador, Geci Labres de Souza Junior. 

O novo tomógrafo será instalado na área de diagnósticos e atenderá demandas dos pacientes internados que fazem tomografia para controle, pacientes do ambulatório e pedidos externos do SUS, como unidades de saúde ou hospitais menores. Além disso, também servirá como uma opção extra para a realização do exame quando houver necessidade de manutenções do outro aparelho. 

SAÚDE DA MULHER – Dentro do projeto de ampliar o atendimento voltado à saúde da mulher no HT, o hospital terá seu primeiro mamógrafo. “A oferta de exames de mamografia é mais um passo a caminho do nosso planejamento de crescer no atendimento específico à saúde da mulher”, comenta o diretor. A instalação do aparelho já está sendo feita, os profissionais serão treinados e a o exame será ofertado a partir do próximo mês. 


Fonte: AENotícias

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Novos equipamentos vão agilizar distribuição de sangue na rede Hemepar


saO Governo do Estado investe mais R$ 730 mil na modernização da estrutura para o processamento do sangue coletado e distribuído pela rede Hemepar. São 26 aparelhos de última geração adquiridos pelo Estado para agilizar o descongelamento das bolsas de plasma e crioprecipitado, dois componentes retirados do sangue e que são essenciais para o tratamento de pacientes com quadros graves de hemorragia. 

A partir desta semana, todas as 22 unidades do Hemepar espalhadas pelo Paraná devem receber os novos equipamentos, além da agência transfusional do Hospital do Trabalhador, em Curitiba, que também será beneficiado. A intenção é acelerar o processo de preparação dos hemocomponentes para o uso efetivo dos pacientes que necessitam de proteínas de coagulação. 

REESTRUTURAÇÃO - O diretor-geral da Secretaria Estadual da Saúde, Sezifredo Paz, afirma que os investimentos refletem o compromisso do Governo do Estado em dar continuidade à ampla reestruturação do Hemepar, iniciada em 2011. “Em quatro anos, construímos novas unidades, reformamos as que já existiam e garantimos uma série de equipamentos para fortalecer todo o ciclo do sangue. Foi dessa forma que conseguimos aumentar o número de doadores fidelizados e salvar cada vez mais vidas”, afirmou. 

,3eSezifredo explica que o objetivo é trazer o que há de melhor em tecnologia para a hemorrede estadual. “Prezamos pela qualidade e segurança dos serviços prestados e, por isso, estamos renovando permanentemente o nosso parque tecnológico, buscando sempre a excelência na coleta, processamento e distribuição do sangue e seus derivados”, completou. 

AGILIDADE – Para não perder a validade, tanto o plasma quanto o crioprecipitado devem ser congelados imediatamente após o fracionamento do sangue coletado. “Nesta condição, eles podem ser conservados por um período de até dois anos, dependendo da temperatura do refrigerador”, esclarece o diretor-geral do Hemepar, Paulo Hatschbach. 

Atualmente, o descongelamento destes componentes é feito através da técnica de banho-maria e leva em média 30 minutos. Com o novo descongelador, este tempo será reduzido em até cinco vezes, permitindo que as bolsas cheguem mais rápido ao receptor. 

SEGURANÇA – Hatschbach explica ainda que, diferente do que ocorre hoje, as bolsas de plasma e crioprecipitado não precisarão mais entrar em contato direto com a água, o que tornará todo o processo ainda mais seguro. “O mecanismo deste equipamento diminui o risco de contaminação. Poucos bancos de sangue do Brasil utilizam esta tecnologia”, reforçou.