Fonte: TV Senado
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terça-feira, 5 de abril de 2016
Senado - Comissões avaliam as pesquisas sobre a fosfoetanolamina
Fonte: TV Senado
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Saúde é maior preocupação mundial
Brasil lidera com 64%, com Polônia (58%), Canadá (40%), Estados Unidos (37%), Austrália (35%) e Hungria (30%) em seguida.
O instituto de pesquisa Ipsos divulgou esta semana um estudo feito em 24 países que mostra que a saúde é a principal preocupação global. Os dados apontam que cerca de um em cada quatro entrevistados (23%) identificou a saúde como um dos pontos mais preocupantes em seu país.
O Brasil aparece na frente, com 64%, quando o assunto é preocupação com a saúde. Em seguida vem a Polônia (58%), Canadá (40%), Estados Unidos (37%), Austrália (35%), Hungria (30%), Rússia (27%), Arábia Saudita (27%) e Grã Bretanha (27%).
As pessoas mais propensas a colocar a saúde como uma das questões mais preocupantes em seus países possuem nível médio de escolaridade (26%), têm entre 50-64 anos (25%), mulheres (24%) e com nível médio de renda familiar (23%). Já entre aqueles com alto nível educacional (17%), renda familiar alta (18%), homens (19%), menores de 35 anos (20%), baixa escolaridade (21%), aqueles com idade entre 35 -49 (22%) e aqueles com renda familiar baixa (22%) são os menos propensos a se preocuparem com a saúde.
Logo atrás da saúde, os entrevistados apontaram o desemprego (45%), a corrupção (35%), a pobreza (34%) e a violência (31%) como outras grandes preocupações. No Brasil as inquietações que mais se destacam são: saúde (64%), violência (55%), educação (42%), corrupção (36%), pobreza (24%), desemprego (12%) e a inflação (12%).
Intitulado Global @dvisor, o estudo acompanha desde 2010 as principais preocupações da população em 24 países. Este relatório é o primeiro de uma série bianual promovido pela Ipsos Public Affairs - área específica da empresa que realiza pesquisas sobre questões sobre políticas públicas, atitudes e comportamentos dos cidadãos e consumidores no mundo.
O levantamento foi feito em abril de 2014 e contou com a participação de mais de 19 mil pessoas entre 18 e 64 anos de 24 países.
Fonte: Ipsos - Saúde Web
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Saúde, informática e agricultura dominam interesse dos brasileiros em ciência e tecnologia
Brasília – Quando se fala em ciência e tecnologia, os brasileiros têm mais interesse pelos estudos dos cientistas nas áreas de saúde, informática e agricultura. É o que revela uma pesquisa feita, no ano passado, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e divulgada agora.
Dos entrevistados que declararam interesse por ciência e tecnologia, 30,3% apontaram as pesquisas na área de saúde como assunto mais interessante, 22,6% na área de informática e computação e 11,2%, na de agricultura. Entre os assuntos menos citados, estão astronomia (1,6%), história (3,3%) e matemática (3,7%). Para quem não gosta de ciência e tecnologia, 36,7% justificam a falta de interesse por não entenderem do assunto.
“O Brasil tem uma política agrícola muito importante e desperta interesse. A astronomia, por exemplo, não é trabalhada nas escolas. Em outros países, ela mobiliza muita gente”, disse o professor Ildeu Moreira, coordenador do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do ministério, responsável pelo levantamento.
Segundo Moreira, a agricultura é o tema mais apontado pelos entrevistados com renda mais baixa. O coordenador destaca o aumento do interesse do brasileiro pela temática do meio ambiente, em comparação ao mesmo levantamento feito quatro anos antes. Em 2006, 58% dos entrevistados disseram ter muito interesse por meio ambiente, contra 83%, em 2010 – praticamente o mesmo percentual para medicina e saúde, que subiu de 60% para 81%.
A pesquisa ouviu 2.016 homens e mulheres com idade superior a 16 anos, de 23 de junho a 6 de julho de 2010, em todas as regiões do país. O grau de escolaridade do entrevistado variou do ensino fundamental incompleto ao ensino superior completo, com renda de um salário mínimo (equivalente a R$ 510) a acima de 20 salários mínimos (mais de R$ 10,2 mil).
Fonte: Agência Brasil
Dos entrevistados que declararam interesse por ciência e tecnologia, 30,3% apontaram as pesquisas na área de saúde como assunto mais interessante, 22,6% na área de informática e computação e 11,2%, na de agricultura. Entre os assuntos menos citados, estão astronomia (1,6%), história (3,3%) e matemática (3,7%). Para quem não gosta de ciência e tecnologia, 36,7% justificam a falta de interesse por não entenderem do assunto.
“O Brasil tem uma política agrícola muito importante e desperta interesse. A astronomia, por exemplo, não é trabalhada nas escolas. Em outros países, ela mobiliza muita gente”, disse o professor Ildeu Moreira, coordenador do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do ministério, responsável pelo levantamento.
Segundo Moreira, a agricultura é o tema mais apontado pelos entrevistados com renda mais baixa. O coordenador destaca o aumento do interesse do brasileiro pela temática do meio ambiente, em comparação ao mesmo levantamento feito quatro anos antes. Em 2006, 58% dos entrevistados disseram ter muito interesse por meio ambiente, contra 83%, em 2010 – praticamente o mesmo percentual para medicina e saúde, que subiu de 60% para 81%.
A pesquisa ouviu 2.016 homens e mulheres com idade superior a 16 anos, de 23 de junho a 6 de julho de 2010, em todas as regiões do país. O grau de escolaridade do entrevistado variou do ensino fundamental incompleto ao ensino superior completo, com renda de um salário mínimo (equivalente a R$ 510) a acima de 20 salários mínimos (mais de R$ 10,2 mil).
Fonte: Agência Brasil
quinta-feira, 4 de março de 2010
Bolsas para Medicina terão R$ 7 milhões
O Ministério da Saúde, em uma ação conjunta com o da Educação, vai investir R$ 7 milhões na distribuição de mil bolsas para a produção de pesquisa e qualificação do ensino em Medicina. Os recursos serão destinados ao Programa de Educação para o Trabalho em Saúde (PET-Saúde – Vigilância em Saúde) e ao Apoio ao Internato Médico em Universidades Federais (Pró-Internato), lançados ontem pelos ministérios. As informações são da Agência Brasil.
O PET-Saúde vai investir R$ 4 milhões em pesquisas sobre o perfil da saúde no Brasil, sob as perspectivas das necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O Pró-Internato terá R$ 3 milhões, destinados à qualificação dos formandos em Medicina, por meio de concessão de bolsas para o estágio supervisionado.
Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a parceria entre as duas pastas é fundamental para incorporar novas tecnologias aos serviços na área. “Para o campo da saúde, essa proximidade, essa sintonia com o MEC, é fundamental. A saúde, diferentemente de outras áreas, é marcada por incorporar tecnologia, e cada vez mais precisa de pessoas qualificadas para operar essa tecnologia a serviço da saúde da população brasileira”, destacou o ministro. “A base do sistema deve ser uma rede sólida de alta qualidade de atenção básica em saúde profundamente integrada com a vigilância, com a educação e com a formação”, completou.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, também destacou a importância da atuação conjunta das pastas. “Se nós levarmos em conta todas as etapas de formação, capacitação e até assistência, estamos mais juntos hoje do que já estivemos”, disse. O valor das bolsas para professores e profissionais de saúde é de R$ 1.045,89 e, para alunos, é de R$ 300. As universidades interessadas em participar dos programas devem apresentar propostas até o dia 30 de abril.
Fonte: Gazeta do Povo
O PET-Saúde vai investir R$ 4 milhões em pesquisas sobre o perfil da saúde no Brasil, sob as perspectivas das necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O Pró-Internato terá R$ 3 milhões, destinados à qualificação dos formandos em Medicina, por meio de concessão de bolsas para o estágio supervisionado.
Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a parceria entre as duas pastas é fundamental para incorporar novas tecnologias aos serviços na área. “Para o campo da saúde, essa proximidade, essa sintonia com o MEC, é fundamental. A saúde, diferentemente de outras áreas, é marcada por incorporar tecnologia, e cada vez mais precisa de pessoas qualificadas para operar essa tecnologia a serviço da saúde da população brasileira”, destacou o ministro. “A base do sistema deve ser uma rede sólida de alta qualidade de atenção básica em saúde profundamente integrada com a vigilância, com a educação e com a formação”, completou.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, também destacou a importância da atuação conjunta das pastas. “Se nós levarmos em conta todas as etapas de formação, capacitação e até assistência, estamos mais juntos hoje do que já estivemos”, disse. O valor das bolsas para professores e profissionais de saúde é de R$ 1.045,89 e, para alunos, é de R$ 300. As universidades interessadas em participar dos programas devem apresentar propostas até o dia 30 de abril.
Fonte: Gazeta do Povo
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