O parlamentar apontou a dificuldade pela qual passa um doente para ter uma chance de se recuperar. Os irmãos, por exemplo, são geneticamente compatíveis em 25% das vezes; entre primos, essa frequência cai para 6%; e entre pessoas não aparentadas, a chance é de uma em 100 mil.
— Essa é a dificuldade: a pessoa, após passar por todos os parentes e receber a notícia de que nenhum deles é compatível para doação, passa a ter uma chance em 100 mil — disse.