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segunda-feira, 13 de julho de 2015

UEPG receberá R$ 4 milhões para construção de moderno biotério

Equipamento de ressonância magnética do Centro de Diagnóstico e Imagem do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG). Foto: UEPG

A Universidade Estadual de Ponta Grossa terá R$ 4 milhões para a construção do Biotério Central do Setor de Ciências Biológicas e da Saúde (Sebisa). O repasse dos recursos foi garantido pelo secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, nesta sexta-feira (10), durante solenidade de entrega do equipamento de ressonância magnética do Centro de Diagnóstico e Imagem e da inauguração do Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), que contou também com a participação do secretário estadual de Saúde, Michele Caputo Neto.

O projeto do novo biotério da UEPG foi entregue ao secretário pela diretora do Sebisa, Fabiana Postiglione Mansani. De acordo com a professora do Departamento de Medicina, o projeto foi elaborado a partir de estudos que se iniciaram nos primeiros meses deste ano, incluindo visitas a modernos biotérios do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e da Universidade Positivo, em Curitiba. “Uma comissão interna foi nomeada para organizar a documentação, discutir a ampliação do plantel e elaborar o projeto do novo biotério, que se destina à criação controlada de cobaias para experimentação científica”, afirmou.

Conforme a professora Fabiana Mansani, o Biotério Central Sebisa será construído em parceria com o Tecpar, com foco na produção de medicamentos imunobiológicos. Atualmente, o Tecpar possui dois biotérios, um em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, e outro na cidade de Jacarezinho, na região norte do Estado. “A ideia é termos um novo e moderno biotério, para dar suporte às atividades de pesquisa e de inovação tecnológica na graduação e pós-graduação”, disse a diretora do Sebisa. Hoje, o Biotério da UEPG está sob responsabilidade técnica do médico veterinário e professor do curso de Medicina, Leandro Lipiniski.

Ao garantir o repasse dos recursos para o novo Biotério Central da UEPG, o secretário João Carlos Gomes reiterou o compromisso do governo do Estado com a qualidade na formação profissional e avanços na inovação tecnológica. “Sabemos que se trata realmente de um projeto inovador e que terá a parceria com o Tecpar, instituto que está vinculado à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, com a missão de realizar pesquisas, desenvolvimento e inovação, contribuindo dessa forma para a sustentabilidade tecnológica e social do nosso país”, acentuou. A UEPG e o Tecpar já mantêm parceria, a partir da incorporação pelo instituto do Laboratório de Produção de Medicamentos da universidade, localizado no Campus Universitário de Uvaranas.

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - Ao inaugurar o equipamento de ressonância magnética e o Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, falou sobre o momento de crise econômica no país, com cortes nos orçamentos da saúde e educação, além de outras áreas, que afetam diretamente a população. Nesse cenário, disse que o Paraná goza de situação diferenciada dos demais estados brasileiros, promovendo investimentos nas mais diversas áreas.

“Na saúde, em junho, tivemos o nosso melhor mês, com a liberação de quase R$ 300 milhões para pagamento de fornecedores e repasses aos municípios para aplicação em ações de vigilância”, disse. Ele garantiu que, no Paraná, o orçamento da saúde não terá cortes. “Já temos assegurado pelo governo o maior orçamento da nossa história”.

Sobre os novos equipamentos do Hospital Regional Universitário, Caputo Neto registrou que ele foi entregue à comunidade dos Campos Gerais, em 2010, sem as mínimas condições de funcionamento e com erros de projeto, denunciando a falta de fiscalização da vigilância sanitária do Estado. “Assumimos em 2011 e encontramos esse hospital com um monte de problemas que foram sanados, com investimentos em equipamentos, obras e oferta de serviços que o colocam hoje como referência em atendimento aos pacientes do SUS”, disse. O secretário ressaltou que da meta é de, em no máximo oito meses, acabar com a fila de espera por exames de ressonância na 3ª Regional da Saúde, a exemplo do que já ocorreu em relação aos exames de tomografia computadorizada, zerando uma fila de mais de mil pacientes.

O reitor Calos Luciano Sant’Ana Vargas destacou a inauguração do Laboratório de Análises Clínicas e a instalação do aparelho de ressonância magnética, pela ampliação de espaços para a formação profissional dos acadêmicos dos cursos da área da saúde e afins, além do desenvolvimento de pesquisas. “Reafirmamos o nosso compromisso histórico com a qualidade no ensino, somando-se agora o compromisso com o atendimento de qualidade no Sistema Único de Saúde”, disse. Ele ressaltou como fundamental a parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, que vem atendendo às necessidades de investimentos no Hospital Universitário e reforçando o compromisso de melhorar e qualificar o atendimento à saúde nos Campos Gerais.

O diretor geral do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais, Everson Augusto Krum, afirmou que, com o início da operação dos equipamentos de ressonância magnética e do Laboratório de Análises Clínicas, a instituição sobe de patamar, de qualidade e complexidade, consolidando-se como referência no atendimento aos pacientes SUS no Estado. “Inicialmente podem ser realizados cerca de 250 atendimentos por mês, com a meta de reduzir a fila de espera por esse procedimento na região”, disse. Segundo ele, o HU está planejando a oferta de exames em horários extras, à noite e aos sábados pela manhã e à tarde.

O equipamento de última geração custou R$ 2,7 milhões, sendo adquirido em processo de licitação da Secretaria de Estado da Saúde. Somam-se ainda R$ 300 mil para a adequação das instalações físicas do Hospital Universitário e R$ 160 mil na compra de materiais e insumos especiais, que precisam ser usados durante o procedimento, devido ao campo magnético do aparelho. 

O Laboratório de Análises Clínicas, em atividade desde 1º de junho, também recebeu investimento significativo da Secretaria da Saúde, para aquisição de equipamentos e qualificação profissional. Além de absorver a demanda de exames do hospital, que antes eram terceirizados, tornou-se importante campo de atuação para alunos do curso de Farmácia e desenvolvimento de pesquisas. “Os aparelhos foram adquiridos em regime de comodato, com recursos da ordem de R$ 1,2 milhão anuais, liberados pela Secretaria da Saúde”, comentou Everson Krum. Segundo ele, esse modelo possibilita a troca periódica por equipamentos mais modernos.

Fonte: AENotícias

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Hospital Regional dos Campos Gerais (HURCG) contará com Centro Oftalmológico

Centro de Diagnóstico será o primeiro e único da região, com atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Projeto foi entregue ontem na Câmara Federal
Foto: Divulgação
O Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), vinculado à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), terá um Centro de Diagnóstico Oftalmológico, o primeiro e único da região, com atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto foi entregue, pelo diretor geral do HURCG, Everson Augusto Krum, nesta quarta-feira (3), na Câmara Federal, ao deputado federal Sandro Alex, que no seu primeiro mandato destinou à UEPG boa parte da sua cota de emendas parlamentares ao orçamento da União, num montante superior a R$ 5 milhões.

O diretor do HURCG destaca a necessidade do Centro de Diagnóstico aos pacientes SUS da região dos Campos Gerais. “Atualmente, além da consulta oftalmológica, muitos pacientes precisam também de exames e tratamento especializados, tendo que se deslocar a outros municípios”, comenta. 

De acordo com Everson Krum, com a oferta de exames totalmente cobertos pelo SUS, será possível agilizar o diagnóstico, com início imediato do tratamento, quando for o caso, sem sair de Ponta Grossa. O novo centro estará equipado para diagnosticar retinopatia diabética, catarata, glaucoma, pterígio, descolamento de retina, dentre outras doenças da visão.

Everson Krum revela que, num primeiro momento, serão realizadas até 20 cirurgias de catarata e pterígio. O projeto apresentado ao deputado federal Sandro Alex prevê o investimento de R$ 1,4 milhão, apenas em aparelhos.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Hospital Universitário promove encontro do programa Mãe Paranaense

Centro Mãe Paranaense..Foto: Venilton Küchler/SESA
O Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HURCG), vinculado à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), promove nesta quarta-feira (29), um evento de acolhimento e integração dos gestores do Programa Rede Mãe Paranaense nos municípios da 3ª Regional de Saúde de Ponta Grossa. 

As atividades coordenadas pela equipe do Ambulatório de Gestação de Alto Risco do Hospital Universitário se desenvolverão a partir das 9h30, no auditório do hospital.

O programa Mãe Paranaense, do Governo do Estado, propõe a organização da atenção materno-infantil nas ações do pré-natal e puerpério e o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das crianças, em especial no seu primeiro ano de vida.

DOZE MUNICÍPIOS - O encontro no HURCG vai reunir cerca de 60 profissionais gestores do Programa Rede Mãe Paranaense, entre secretários municipais de saúde, enfermeiros e agentes de saúde que atuam nas Unidades de Atenção Primária à Saúde nos municípios de Arapoti, Carambeí, Castro, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, São João do Triunfo, Sengés, que têm o HURCG como hospital referência. O objetivo é promover a integração entre as duas pontas de atenção às gestantes de alto risco.

“É necessário que as pessoas responsáveis pelo encaminhamento das gestantes saibam como ocorre o atendimento no ambiente do hospital, assim como, é importante para a equipe do HURCG conhecer a forma como se dá o primeiro atendimento às grávidas, nas unidades básicas de saúde”, diz o diretor do hospital, Everson Krum. 

Ele lembra que o HURCG se integrou à Rede Mãe Paranaense há pouco mais de um ano, a partir da implantação do Ambulatório de Gestação de Alto Risco, com um corpo clínico composto por oito obstetras do quadro efetivo do HU, apto ao atendimento de até 400 consultas/mês.

PROGRAMAÇÃO - A palestra ‘Ações do Pré-Natal’ abre a programação do encontro, seguida de exposições sobre coleta de exames básicos do pré-natal e microbiologia. Em seguida, os participantes participam de uma dinâmica de grupo, com o relato de experiências na Rede Mãe Paranaense. 

CONJUNTO DE AÇÕES - O programa Mãe Paranaense reúne um conjunto de ações que abrange a captação precoce da gestante, seu acompanhamento no pré-natal, com no mínimo sete consultas; a realização de 17 exames; a classificação de risco das gestantes e das crianças; a garantia de ambulatórios especializados para as gestantes de alto risco; e a garantia do parto por meio de um sistema de vinculação ao hospital conforme o risco gestacional. 

No âmbito da 3ª Regional de Saúde, o acompanhamento da gestação de alto risco é feito pelo HURCG, com a garantia do parto em hospitais credenciados que contam com estrutura de UTI adulto e neonatal e maternidade (Santa Casa, em Ponta Grossa, e Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo). Em casos de urgência, o HURCG dispõe de UTI móvel para transporte das pacientes.

Fonte: AENotícias

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Ponta Grossa quer incluir ‘PAI 24 horas’ no Hospital Regional

Prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel reivindica a inclusão de Pronto Atendimento Infantil no HURCG. Foto: Divulgação

Passada as eleições, o prefeito Marcelo Rangel (PPS) se reuniu com o governador Beto Richa (PSDB) para firmar parceria com Ponta Grossa. Ambos abordaram questões que devem ser formalizados em breve. 

Na ocasião, o prefeito fez a solicitação para que o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais também possua Pronto Atendimento Infantil (PAI) 24 horas. O pedido foi recebido com entusiasmo pelo Governador. 

“Quando fui prefeito de Curitiba, implantei o Pronto Atendimento Infantil e sei que em Ponta Grossa o resultado é positivo, por isso vou requerer estudo de implantação para o Hospital Universitário”, disse.

Para Rangel, o PAI regional seria mais uma vitória para a cidade: “Hoje, com o PAI funcionando percebemos que desafogamos o Hospital da Criança e proporcionamos tranquilidade para mães e pais. Com a extensão desse segmento, que seria estadual, vamos entrar em um novo estágio para emergências infantis”, explicou.

Com informações do Jornal da Manhã

Fonte: Imprensa Simepar