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quarta-feira, 30 de março de 2016

Oftalmologista indica cuidados para evitar transplante de córnea

Pesquisa mostra que 47% dos brasileiros desconhecem uma terapia que evita cirurgia de córnea

Diretor do banco de olhos do Into (RJ) esclarece detalhes sobre a doação de córnea.
Diretor do banco de olhos do Into (RJ) esclarece detalhes sobre a doação de córnea.Rakesh Rocky - Flickr - CC BY 2.0
47% dos brasileiros desconhecem que terapias podem evitae cirurgia de transplante de córneas. É o que aponta pesquisa recentemente finalizada pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leônio Queiroz Neto.

Em entrevista ao Cotidiano, Leônio Queiroz Neto diz que esse alerta é para os portadores de Ceratocone, a doença corneana que cursa com o aumento da miopia e do astigmatismo: "tem certa relação com as pessoas que coçam muito o olho e que têm casos na família", diz.

Dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos mostram que a indicação de transplante de córnea teve um crescimento de 12,5%, de janeiro a setembro de 2015.

Ele também comenta sobre outra pesquisa com portadores de ceratocone: "vimos que eles são desinformados quanto à novas terapias que existem para tratar o ceratocone,  47% desconheciam o crosslink que é uma terapia que tem mostrado resultados para postergar ou até mesmo adiar o transplante de córnea", esclarece.

Saiba mais sobre o transplante de córnea, as indicações, o tratamento do ceratocone e as novas terapias, nesta entrevista ao Cotidiano, com apresentação de Luiza Inez Vilela, na Rádio Nacional de Brasília.

Produtor
joana Darc Lima

Fonte: Rádio Nacional de Brasília

domingo, 11 de outubro de 2015

Pesquisa revela que o brasileiro só procura oftalmologista quando está com algum problema


Na quinta-feira (8) foi comemorado o Dia Mundial da Visão. Para falar sobre o assunto o programa Revista Brasil entrevistou o diretor do Departamento de Retina do Hospital Oftalmológico de Brasília, Sergio Kniggendorf. Ele conta que em uma pesquisa recente feita no Brasil inteiro, por um grupo de oftalmologista, mostrou que o brasileiro só procura oftalmologista quando está com algum problema. "Ele só procura quando tem alguma dor, ou não passa no exame para tirar carteira, ou quando não está enxergando com os dois olhos", afirma.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Seminário no Senado debate ampliação da inserção do oftalmologista no SUS


Foto: André Gobo 

Aconteceu na última quarta-feira (03), em Brasília, no Plenário da Comissão de Educação do Senado Federal, seminário promovido pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) onde foi debatido o projeto “Mais Acesso à Saúde Ocular”, criado pela entidade. O projeto propõe 15 ações que garantirão o aumento da oferta de atendimento e redução das desigualdades regionais na área de saúde ocular.

O evento contou com a participação de parlamentares e oftalmologistas de todas as regiões do Brasil. A mesa  teve a presença do presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, e do presidente da CBO, Milton Ruiz Alves.

O presidente da FENAM ressaltou a importância das Sociedades de Especialidades nas lutas da categoria e afirmou que a “a FENAM apoia e auxiliará as iniciativas na direção de uma saúde de mais qualidade”.

A expertise dos especialistas permitiu que os parlamentares que participaram do seminário pudessem compreender as dificuldades que a especialidade enfrenta e os efeitos danosos que uma política equivocada produz na vida do brasileiro. “O dinheiro que o governo gasta com estes aplicativos para que o cego se oriente poderia ser gasto também na prevenção da cegueira”, disse um dos participantes ao defender uma política de prevenção que, segundo ele, seria mais barata que esta de remediação atualmente aplicada. 

Ao fim do seminário, que teve três blocos, e que tratou da atenção básica na Política Nacional de Atenção Oftalmológica, da ampliação do oftalmologista no SUS e do fortalecimento da política de educação permanente, e que foi aberto à debates e considerações, foi informado que a TV Senado deixou no ar aproximadamente 30% de todo evento, número importante, pois a transmissão se divide com tudo o que acontece em outras Comissões, bem como no plenário do Senado.



Fonte: FENAM/André Gobo - 03/12/2014