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sexta-feira, 25 de março de 2016

Diretor do SinMed/RJ, José Alexandre Romano fala sobre o compromisso de pagamento de bolsas atrasadas



Formação Profissional e Residência Médica


O diretor do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SinMed/RJ), José Alexandre Romano, informa sobre as deliberações da reunião do dia 16 de março. Em negociação com os médicos residentes do estado, o secretário estadual de Saúde, Luiz Antônio Teixeira, assumiu o compromisso de pagar as bolsas atrasadas, relativas aos meses de janeiro e fevereiro, até o dia 25 de março.

Fonte: SinMed/RJ

quarta-feira, 16 de março de 2016

Livro de ocorrência do Lourenço Jorge contraria defesa do Prefeito


                        Foto: Sinmed/RJ 


A fim de garantir os direitos da médica agredida verbalmente pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, durante plantão no Hospital Municipal Lourenço Jorge, onde o filho dele buscava atendimento, o Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SinMed/RJ), reitera a sua decisão de encaminhar o caso ao Ministério Público do Trabalho (MPT). Saiba mais...
Fonte: SinMed/RJ 

quarta-feira, 2 de março de 2016

Entenda o que motivou o genocídio na saúde pública no Rio de Janeiro


O Rio de Janeiro registra a maior taxa de mortes no SUS desde 1984 (O Globo, de 29/2/2016). Entenda o que motivou esse genocídio anunciado, assistindo ao vídeo apresentado pelo presidente do SinMed/RJ, Jorge Darze.


Fonte: FENAM TV

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

RJ: TCE encontra irregularidades em 8 Organizações Sociais


                               Foto: Sinmed/RJ 


O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) investigou oito Organizações Sociais que atuam na rede estadual de saúde e encontrou irregularidades em todas. “Insuficiência de mão-de-obra, falta de equipamentos de proteção individual e destinação incorreta de resíduos hospitalares são alguns dos erros que o TCE encontrou na atuação dessas OSs”, declarou o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SinMed/RJ), Jorge Darze, referindo-se ao que foi informado pelo órgão auxiliar do poder legislativo. A afirmação foi feita durante reunião entre as duas entidades, na manhã desta quarta-feira (13).

“Estamos auditando esses contratos desde 2011 e questionando se a quantidade de pessoas ativas corresponde ao que foi contratado”, disse o presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes de Carvalho Junior. O líder do órgão se comprometeu em enviar para o SinMed/RJ todos os relatórios aprovados pelo TCE, sobre as contas do governo e sobre a gestão das OSs.

O TCE-RJ entende que a falência do estado se deu em virtude da receita que não supre a necessidade real das contas públicas. Entretanto, a vice-presidente do SinMed/RJ, Sara Padron, diverge dessa opinião. “Essa matemática é um conteúdo político para justificar a crise”.

“Em vez de o governo fechar 400 leitos do Iaserj, mais 300 leitos do Hospital São Sebastião e construir o Rio Imagem, os equipamentos poderiam ter sido colocados em outros hospitais sem gerar despesa de obras. Esse governo já tinha conhecimento do que iria acontecer e não tomou nenhuma iniciativa para evitar a crise pela qual estamos passando”, finalizou Jorge Darze. 

Fonte: Sindmed/RJ - 14/01/2016

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

SinMed-RJ processará governador por crise na Saúde do Rio


                       Foto: Sinmed/RJ 

Conforme noticiou o jornal O Globo nesta segunda-feira (11), o Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SindMed/RJ) vai ajuizar uma ação por crime de responsabilidade contra o governador do Estado diante do caos na saúde pública. O presidente do SinMed/RJ, Jorge Darze, demonstrou grande preocupação com a fragilidade do atendimento durante os Jogos Olímpicos com a chegada de milhões de pessoas a cidade.
Darze avaliou a situação como falência do sistema público de saúde e acredita no alto risco de falhas no atendimento durante a Olimpíada.
- Não podemos ficar calados. Nossa preocupação é que ocorram mortes e colocarem a responsabilidade nos médicos. Essa situação criminosa é de responsabilidade do governo - ressaltou Darze, durante uma entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira.
Darze atribuiu o caos aos problemas de gestão no setor, e fez um alerta aos turistas que virão ao Rio durante os jogos.
- Nosso objetivo não é evitar que as pessoas venham, mas que elas saibam que não terão um cenário de facilidade quando adoecerem. Eles terão enorme dificuldade - reforçou, fazendo críticas à falta de medidas para a recuperação a curto e médio prazos.
Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde informou que a prioridade no momento é restabelecer de forma absoluta o funcionamento de suas unidades de urgência e emergência, não só para os visitantes, mas para toda a população do estado. Para o período das Olimpíadas, a Secretaria, em conjunto com o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, desenvolveram um plano de Atenção à Saúde, que designa os hospitais municipais como referência para as transferências necessárias de todos os pacientes que venham a ser atendidos em uma instalação esportiva.
Fonte: O Globo - 12/01/2016

sábado, 12 de dezembro de 2015

Sem recursos, hospital universitário no Rio pode fechar na próxima quarta

O orçamento apertado das universidades federais do Rio de Janeiro tem efeito direto nos hospitais universitários do estado. O Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), precisa de um repasse de R$ 4 milhões até a próxima quarta-feira (16) para não fechar as portas, conforme informou o diretor da unidade Fernando Ferry.

O hospital já fechou 106 leitos e não recebe novos pacientes. Segundo Ferry, a unidade precisa de R$ 6 milhões mensais para o funcionamento pleno. “O repasse atual gira em torno R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões por mês”, diz. Cerca de 3,8 mil pacientes com Aids estão em tratamento no Gaffrée e Guinle, que é referência nacional para casos de HIV. Entretanto, Ferry alertou que o atual financiamento não permite que a unidade continue a tratar casos de alta complexidade.

Na última quarta-feira (9), residentes, médicos e trabalhadores terceirizados do Gaffrée e Guinle fizeram uma manifestação em frente à unidade, na Tijuca, na zona norte do Rio. De acordo com a vice-presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SINMED/RJ), Sara Padron, a manifestação foi para alertar à população os problemas enfrentados no hospital.
Após repasses do Sistema Único de Saúde (SUS), a dívida do caiu de R$ 16 milhões para cerca de R$ 13 milhões. “O dinheiro chegando, eu consigo fazer as coisas funcionarem. Mas ainda estou devendo muito”, disse Ferry.

“O cenário é grave porque leitos podem ser fechados. O hospital como um todo está ameaçado porque as verbas são insuficientes. Onde que um país relega a segundo plano o saber? O saber voltado para o tratamento da população? Eu acho que o rumo da saúde pública neste país está muito ruim. A gente vai lutar contra o sucateamento da saúde”, criticou Sara.

A crise também afeta outros hospitais universitários no Rio de Janeiro. No último dia 27, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Pablo Vazquez, afirmou, em audiência pública, que os hospitais universitários do estado estavam à beira do fechamento.

Por meio de nota, o Ministério da Educação (MEC) informou que, por ser um hospital universitário federal, a unidade recebe recursos do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). O dinheiro vem dos Ministérios da Educação e da Saúde. Por meio desse programa, em 2015, foram repassados, até o momento, R$ 5.254.189,76 ao Hospital Universitário Gaffrée e Guinle.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Cremerj apura irregularidades na venda de plantões médicos e contratações online


O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) começou a apurar denúncias de venda de plantões médicos e contratações nas redes sociais e em grupos de WhatsApp. Nesses espaços, médicos e gestores de unidades de saúde anunciam vagas de empregos, além de vendas e trocas de plantões.

Foi aberta sindicância para investigar possíveis irregularidades quanto ao regime de contratação de médicos em hospitais e unidades das redes públicas estadual, municipal e federal.

O presidente do Cremerj, Pablo Vazquez Queimadelos, disse que se ficar constatado que houve inadequação ou irregularidade, os administradores dos grupos vão responder ao conselho.

“Como saber se aquele médico está adequado para o serviço? Um psiquiatra não estará adequado para o tratamento de emergência clínica. E essa fragilização das contratações tem a ver com o processo de terceirização”, disse.

Profissionais de saúde vendem plantões em rede social


 A Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon,  onde médicos venderam plantões pela internet: prática é condenada por entidades e órgãos públicos. Marcelo Carnaval / Agência O Globo

RIO — “Plantão UPA Campo Grande 1 West Shopping. Hj à noite clínica médica. Valor 1.160,00”. A mensagem, divulgada na terça-feira no “Plantões WhatsApp”, grupo com 11.185 membros no Facebook, expressa uma tendência que cresce na classe médica: o uso das redes sociais como espécie de feirão de plantões em hospitais das redes pública e privada, especialmente nos fins de semana e em unidades do Rio e da Baixada Fluminense. Outro recado, em 11 de setembro no mesmo grupo, convoca interessados em cobrir um plantão de 24 horas, no dia seguinte, no Hospital Municipal Pedro II (em Santa Cruz), para ajudar na rotina de visitas a 14 pacientes e, cumprida a tarefa, “atender somente intercorrências”. Valor oferecido: R$ 2 mil.

No feirão de plantões, os interessados não precisam conhecer as rotinas da unidade, a equipe, o ambiente e, principalmente, a situação dos pacientes. A convocação também não está condicionada à especialidade. Nem sequer exige provas de que o candidato é realmente médico. 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Sistema de saúde precário pode resultar no desenvolvimento da Síndrome de Burnout, alerta é do Sinmed/RJ

“Das pessoas que sofrem da Síndrome de Burnout, cerca de 13% já tiveram pensamento suicida”, José Teixeira 


Foto: Divulgação 

As cargas horárias de trabalho excessivas e os turnos de plantão dobrados estão impossibilitando o médico de reconhecer a proximidade da doença e cuidar de sua própria saúde. O alerta é do pneumologista, médico do Trabalho e diretor de Relações Trabalhistas e Negociações Coletivas do SINMED-RJ, José Teixeira. Segundo o especialista, a Síndrome de Burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é uma das principais consequências desse quadro, estando relacionada à precariedade do sistema de saúde no Brasil e não ao profissional médico. Leia no informativo do Sinmed/RJ deste mês. Acesse aqui.

Fonte: Sinmed/RJ - 14/05/2015

quinta-feira, 12 de março de 2015

Fesumed promove Fórum "O trabalho médico na saúde suplementar" nesta sexta-feira, no RJ


Foto: Sinmed/RJ 

A FENAM Regional Sudeste (FESUMED) promove nesta sexta-feira (13), no Rio de Janeiro,  o fórum: "O Trabalho médico na saúde suplementar". às 14h, na sede do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed).

Na ocasião será discutida a Lei 13003/14, que trata da contratualização e negociação com os planos de saúde.

O evento contará com a participação do Ministério Público do Trabalho, da FENAM, da FESUMED, das sociedades de especialidades, além de advogados e diretores dos sindicatos da região Sudeste.

Fonte: Sinmed/RJ - 11/03/2015

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Maternidade acomoda mães de recém-nascidos em cadeiras de plástico


Mães que acabaram de dar à luz amamentam no corredor de hospital municipal em São Cristóvão 



Foto: Leitor do jornal O Dia 

Conforme noticiou o jornal O Dia neste fim de semana, grávidas que acabaram de dar à luz nesta sexta-feira se recuperavam do trabalho de parto acomodadas em cadeiras de plástico e sofás no corredor do Hospital Municipal Maternidade Fernando Magalhães, em São Cristóvão. Imagens obtidas com exclusividade pelo DIA mostram grupo de mulheres com recém-nascidos no colo, algumas amamentando ou até mesmo recebendo soro, aparentando extremo cansaço.
 
“Isso é uma indignidade. O governo fala sobre violência contra a mulher e o próprio poder público pratica violência contra a mulher”, criticou o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio (Sinmed), Jorge Dale Darze.
 
De acordo com ele, a história da maternidade está sendo “jogada no lixo” pois a unidade chegou a receber o título de Hospital Amigo da Criança, oferecido pela Unicef, por incentivar o aleitamento materno exclusivo. O hospital também teve menção honrosa por atendimento humanizado.  “Isso precisa acabar. É um filme que se repete. Esse governo não toma nenhuma iniciativa para acabar com isso”, continuou Darze.
 
Na semana passada, O DIA mostrou que a ausência de profissionais especializados levou ao fechamento do Centro de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Há nove dias, pacientes em estado de risco, especialidade da maternidade, seguem sob observação de profissionais sem especialização em um único leito improvisado na sala de recuperação pós-anestésica.
 
Agora, o leito improvisado passou para a sala de pré-parto — como pode ser visto na imagem ao lado, onde uma paciente que inspira cuidados de terapia intensiva está sendo atendida. Essa mesma sala antes recebia seis gestantes, mas no momento só tem espaço para quatro, que dividem o local com a paciente de alto risco.
 
Redução de leitos

Originalmente, a maternidade tinha dez leitos no CTI. Obras na unidade fizeram com que a quantidade fosse reduzida para cinco, e, desde a semana passada, o local foi fechado, segundo comunicado interno, por “motivo de força maior”. Devido ao fechamento, um memorando foi colado pela direção do hospital na porta do CTI para orientar que o serviço de plantão evite “internar casos mais complicados e que a solicitação de transferência desses casos seja feita ainda na emergência do hospital.”
 
O Sindicato dos Médicos do e o Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) denunciaram ao Ministério Público a situação da maternidade. Para os órgãos, há omissão do poder público. Eles irão pedir à Justiça que obrigue a prefeitura a reabrir o CTI. A maternidade realiza cerca de 500 partos por mês e não há previsão de retorno do atendimento na unidade intensiva.
 
Procurada, a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou, por meio de nota, que a unidade funcionou em sua capacidade plena, devido à grande demanda. “Em função disso, ocasionalmente, em momento de pico, puérperas (mulheres que acabaram de dar à luz) e seus bebês permaneceram por tempo maior nas dependências da sala de parto, até serem transferidas para o leito”. A SMS disse ainda que no momento, não há pacientes à espera de leito, “todas estão devidamente acomodadas nas enfermarias”.
 
 
A prefeitura justificou o fechamento do CTI pela necessidade da realização de obras para readequação. “Essa situação é recorrente, o hospital já apresentava precariedade desde 2013, quando o sindicato denunciou o total desrespeito do poder público”, completou Darze, ao lembrar de outro período de fechamento do CTI.

Fonte: O Dia - 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

FENAM e SINMED-RJ participam da posse da Sociedade Brasileira de Anestesiologia


Foto: Giovana Carvalho 

Os presidentes do SINMED-RJ e da FENAM, Jorge Darze e Geraldo Ferreira, respectivamente compareceram à posse da nova diretoria da Sociedade de Anestesiologia do Estado do Rio de Janeiro (SAERJ), no último dia 09 (sexta-feira), no Centro Empresarial Rio.
 
 
O diretor do SINMED-RJ, José Teixeira, também esteve no evento, para prestigiar seu filho, Márcio Pinho, que tomou posse como presidente da SAERJ.
 
 
Já no sábado (10), Darze e Geraldo foram à posse da diretoria da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), no hotel Windsor Barra. 
 
Silvio Lemos, que já foi diretor do SINMED-RJ, se despediu do cargo de presidente da SBA e passou a gestão para Oscar César Pires. 

Fonte: Sinmed/RJ 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

FENAM e SINMED-RJ retomam campanha dos médicos federais no RJ


Foto: Giovana Carvalho 

O presidente da FENAM, Geraldo Ferreira esteve no Rio de Janeiro, no último dia 9, para acompanhar o SINMED-RJ na retomada do movimento dos médicos federais. A primeira parada foi no Instituto Nacional de Cardiologia (INC). Os médicos lotaram o auditório da unidade para expor suas ideias em prol da luta.

“O panorama nacional para 2015 é de muita luta, não vai ser fácil, mas nossas reivindicações são justas, portanto, possíveis”, disse Geraldo.

Sobre a equiparação da gratificação por desempenho dos médicos federais, o presidente da FENAM declarou que a busca pela solução deve ser iniciada no Rio. “Não há mágica, o movimento sindical do Rio adquiriu forte caráter de defesa do profissional médico”.

O Congresso Nacional retoma suas atividades em fevereiro. Portanto, este é o momento de retomar a mobilização para alcançar a inclusão dos recursos necessários no Orçamento da União.

“Não estamos pedindo aumento salarial, e sim equiparação de uma gratificação que é direito nosso”, esclareceu o presidente do SINMED-RJ, Jorge Darze.

“O sindicato e a federação estão aqui para ouvir as reivindicações de vocês [médicos] e colocá-las em prática dentro do movimento”, disse a diretora do SINMED-RJ e médica do INC, Rosangela da Motta.

O diretor do SINMED-RJ, José Alexandre Romano, também compareceu ao evento. 

Fonte: Sinmed/RJ 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

RJ: médicos do Hospital Federal de Bonsucesso paralisam atividades


Foto: Claudionor Santana 

Os médicos federais, com o apoio do SINMED-RJ, da FENAM e do CREMERJ, vão organizar uma agenda de paralisações temporárias em todas as unidades federais de saúde do Rio de Janeiro. A primeira instituição a receber o movimento será o Hospital Federal de Bonsucesso (HFB). No próximo dia 08 (segunda-feira), a partir das 10 horas, os médicos irão paralisar as atividades, por algumas horas, para denunciar à população as deficiências do hospital e a defasagem salarial de R$1.300,00 nos seus vencimentos mensais.
 
 
Você, médico federal, teve um prejuízo de mais de R$ 30 mil nos últimos dois anos. Sabia? A decisão da organização de uma agenda de atividades foi aprovada durante a Assembleia Geral dos Médicos Federais, realizada no auditório do CREMERJ, no último dia 03. O HFB está mobilizado e empenhado nesta luta! Participe para reivindicar os seus direitos!
 
 
As perdas dos médicos do Ministério da Saúde se acumularam em consequência do reajuste de 35 % nas gratificações do serviço público federal - exceto para os médicos – o que fez com que a categoria do governo federal passasse a ter o menor salário. 
 
 
Para o corpo clínico da instituição, não é possível recuperar o hospital, que passa por problemas estruturais e de gestão, com tamanha dívida do governo com os médicos federais.

Fonte: Sinmed/RJ - 08/12/2014