Mostrando postagens com marcador Campanha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Campanha. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Vacina contra dengue pode estar disponível em 2018, diz ministro da Saúde

O Ministro da Saúde, Arthur Chioro, é o convidado do programa Bom Dia Ministro. Ele fala sobre o programa Mais Médicos e a campanha de vacinação contra a paralisia infantil (José Cruz/Agência Brasil)
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, fala no programa Bom Dia, Ministro sobre a Campanha de 
                                           Vacinação contra a Paralisia Infantil. José Cruz/Agência Brasil                                                  
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse hoje (13) que a vacina contra a dengue pode estar disponível em 2018 no país, “se tudo der certo nas pesquisas que os cientistas estão fazendo”. Segundo ele, o governo aguarda o desenvolvimento de uma vacina que seja segura para a população. Chioro informou que o Instituto Butantã, em São Paulo, e a Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, são os dois polos brasileiros que estão investigando a vacina de maneira avançada.
“Não há expectativa imediata. E insisto, se tudo der certo nas pesquisas. Porque vacina contra doença viral e, no caso da dengue, contra quatro sorotipos diferentes, nós vamos ter que esperar um avanço e se conseguirmos não tenha dúvida de que o governo, o Ministério da Saúde vai trazer mais uma vacina para os brasileiros”, acrescentou.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

ALEP - Assembleia dará total apoio à campanha das Santas Casas por mais verbas federais para a Saúde

 / Foto: Pedro de Oliveira/Alep

Foto: Pedro de Oliveira/Alep


A Assembleia Legislativa do Paraná dará total e irrestrito apoio à campanha “Acesso à Saúde – Meu direito é um dever do Governo”, do Movimento Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos no Sistema Único de Saúde (SUS). A afirmação é do presidente da Casa, deputado Ademar Traiano (PSDB), que participou na manhã desta segunda-feira (13), no Legislativo, da reunião entre parlamentares membros da Comissão de Saúde Pública e dirigentes da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Paraná (Femipa), entre outras lideranças representativas do setor.

A campanha, promovida pela Confederação das Santas Casas de Misericórdia e pela própria Femipa, tem como objetivo de alertar e esclarecer a sociedade sobre a situação financeira absolutamente precária enfrentada pela rede filantrópica de hospitais, problema causado, segundo os organizadores, pela defasagem na remuneração dos serviços prestados pelas instituições ao SUS.

Indiferença 
“Parece que o Governo Federal não quer ouvir o clamor da população e aqueles que se dedicam integralmente a fazer saúde nesse país. A cada dia que passa o Governo Federal transfere responsabilidades aos estados e municípios e, por outro lado, deixa de cumprir aquilo que é de sua obrigação. Portanto, essas reivindicações são justas e nada melhor do que usar esse importante instrumento, que é a Comissão de Saúde Pública da Assembleia Legislativa, para que possamos exteriorizar essa preocupação que existe por parte dos nossos hospitais filantrópicos e santas casas”, afirmou Traiano.

Para o presidente da Comissão de Saúde Pública, deputado Dr. Batista (PMN), os repasses por parte dos SUS aos hospitais beneficentes e Santas Casas está muito aquém do que é minimamente necessário para o funcionamento dos serviços prestados. “Os 50 maiores hospitais filantrópicos do Brasil estão prestes a parar por falta de verbas. Nós sabemos que esses hospitais estão recebendo muito pouco pelo o serviço que prestam e isso precisa mudar. Se pararem os hospitais filantrópicos e Santas Casas do Brasil, 53% dos pacientes do SUS não serão atendidos. Será um caos”, alertou o deputado.

Rombo 
Um levantamento realizado pela Femipa indica que no Paraná, dos 59 afiliados, 38 instituições somam mais de R$ 1 bilhão em dívidas. Desse total, a maior parte é com empréstimos bancários (R$ 319 milhões), seguida pelos valores devidos a fornecedores (R$ 233 milhões) e pelos tributos (R$ 157 milhões). “Precisamos pressionar o Governo Federal para que conceda mais recursos, que são fundamentais para a área da saúde. Se continuar a situação da forma que está, esse caos que todos estamos assistindo, só vai piorar e mais hospitais filantrópicos vão fechar suas portas. E os que permanecerem abertos, vão reduzir o número de leitos para o SUS”, declarou o presidente da Femipa, Luiz Soares Koury.

HOSPSUS 
O secretário de estado da Saúde, Michele Caputo Neto, afirmou por sua vez que a pasta apoia integralmente a campanha da Confederação das Santas Casas de e Hospitais Filantrópicos, e ressaltou que a situação do setor no Paraná é positiva em comparação aos cenários verificados em outros estados. “Só o Paraná e São Paulo têm uma política estadual para repasse de custeio e capacitação dos hospitais filantrópicos. Desde 2011 nós temos implantado aqui no estado o HOSPSUS, que deu muito resultado, principalmente na área de urgência e emergência. Na fase dois do HOSPSUS trouxemos os hospitais menores, como maternidades, para o programa. E já anunciamos que para o próximo mês de outubro vamos incluir os pequenos hospitais filantrópicos na fase três do HOSPSUS”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Comunicação/ALEP

sábado, 14 de fevereiro de 2015

FENAM lança campanha para contribuição sindical


No SIMEPAR, mais informações podem ser obtidas pelo 
e-mail: tesouraria@simepar.com.br ou pelo fone:041-3338-8713

Fonte: Portal FENAM

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Ortopedistas lançam campanha para reduzir acidentes e traumas no carnaval

Foto: SBOT
Como faz em todos os anos, a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) lançou em todas as regionais da entidade no país a campanha “Carnaval sem Traumas”, para reduzir o número de acidentes no período de folia.

O secretário-geral da Sbot, André Pedrinelli, sustentou hoje (10) que, todo ano, o carnaval acaba sendo responsável por uma grande quantidade de pessoas que morrem ou são acidentadas. Os dados mostram que 150 pessoas, em média, morrem por ano nas estradas federais na época do carnaval e mais de 1.800 sofrem acidentes.

“Então, o mote do carnaval seguro é isso: é prevenir ou alertar as pessoas para os riscos que podem acontecer durante a época do carnaval”. O médico lembrou que o álcool é uma peça fundamental no acidente automobilístico. “E isso pode atrapalhar a vida de muita gente, principalmente dos jovens, na idade produtiva da vida”.

Os ortopedistas de todo o país prometem distribuir milhares de folhetos informativos nos sinais, pedágios e nas estradas federais. Pedrinelli disse que a Sbot está aberta a parcerias com outras entidades, como a Polícia Rodoviária Federal, com o objetivo de alertar a população sobre os cuidados para evitar traumas desnecessários.

Segundo André Pedrinelli, o principal cuidado tem que ser em relação ao uso do cinto de segurança, “principalmente no banco traseiro”. Explicou que ninguém dá muito valor a isso porque pensa que o banco da frente serve de amparo. “Mas o que acontece é que um objeto de 20 quilos que é arremessado do banco traseiro para o banco da frente, dependendo da velocidade, pode chegar com 300 quilos de carga. Uma pessoa de 70 quilos é como uma tonelada no banco da frente, só pelo deslocamento da massa que tem” e embora o carro freie, a pessoa sem cinto não é freada.

O secretário-geral da Sbot disse também que o cinto de segurança deve ser usado no banco traseiro, tanto para pessoas como animais e cargas. No caso de animais, por exemplo, eles devem ser carregados dentro de suas caixas de transporte afixadas no banco ou, quando são maiores, devem usar cintos de segurança próprios, disponíveis no mercado.

Para crianças, o médico lembrou que o uso do cinto é “super importante”. Para o especialista, a pessoa tem que afivelar o cinto de segurança assim que entrar no carro, fazendo desse movimento um hábito. “A pessoa tem que se habituar, porque isso, por si só, vai conferir muita segurança. Na eventualidade de um acidente, significará menos trauma para todo mundo”.

Outra prática negativa observada pela Sbot e, inclusive, proibida pelo Código Nacional de Trânsito, é o uso de celular ao volante: “Isso tira a atenção do condutor. E se acontece com uma pessoa alcoolizada, de noite, chovendo, tira a atenção e a responsabilidade em relação ao que ocorre no trânsito. Nós não podemos ficar desatentos”, afirmou o ortopedista.

De acordo com Pedrinelli, a população que é informada sempre reage bem às campanhas e se todas as pessoas envolvidas e que têm responsabilidade sobre o trânsito ajudarem as campanhas, o número de 50 mil mortes por ano em acidentes de trânsito no país poderá cair. “Para cada morto, temos três ou quatro feridos. Imaginem o custo econômico e social disso”.

Metade dos leitos hospitalares é ocupada por trauma, e Pedrinelli diz que “Isso é uma epidemia, que tem um custo econômico, social e emocional altíssimo para o país”. A campanha da Sbot se estenderá até o final de semana, após a Quarta-Feira de Cinzas (18), “porque tem a volta. Muitas pessoas viajam para curtir o carnaval em outros lugares ou para fugir do carnaval, e há muito tráfego”.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Campanha pretende intensificar combate à dengue em imóveis fechados

Foto:SESA/PR
O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, participou na quinta-feira (29), em Curitiba, do lançamento da campanha “Dengue Não” da imobiliária paranaense Apolar. A iniciativa, que tem o apoio do Governo do Estado, vai incorporar ações de combate à dengue ao trabalho de vistoria técnica de imóveis cadastrados na empresa para venda e locação.

Atualmente no Paraná, uma em cada dez casas visitadas pelas equipes de saúde não pode ser vistoriada devido à recusa ou ausência do morador. Grande parte disso se deve a casas abandonadas ou fechadas a espera de locação e venda, o que impossibilita a eliminação de potenciais criadouros do mosquito da dengue.

De acordo com Caputo Neto, a campanha está alinhada às estratégias adotadas pelo Governo do Paraná para diminuir os índices de infestação do mosquito transmissor. “Sabemos que cerca de 90% dos criadouros do Aedes aegypti são encontrados dentro das casas e quintais. Por isso, cada um deve fazer sua parte e manter seus imóveis livres de focos de dengue”, destacou.

Para o secretário, o apoio da iniciativa privada é essencial para que novas cidades não entrem em situação de epidemia no Paraná. “Vivemos um momento crítico em diversas regiões. As condições climáticas estão favoráveis para o avanço da doença e, por isso, toda ajuda é bem vinda”, afirmou.

CAMPANHA - Segundo o presidente do Conselho Administrativo da Apolar, Joseph Galiano, devem participar da campanha mais de 700 colaboradores da empresa, que tem 90 unidades nos Estados do Paraná e Santa Catarina. Os corretores e angariadores de imóveis da empresa vão seguir um roteiro de vistoria da dengue, elaborado em parceria com a Secretaria da Saúde, para verificar se o imóvel tem algum potencial criadouro do mosquito. 

“O objetivo foi criar uma campanha que agisse diretamente na solução do problema. Por isso, se for constatada a presença de algum foco no imóvel, o proprietário será orientado imediatamente para proceder à limpeza do local”, ressaltou o coordenador de marketing da Apolar, Rhuan Cristiano Moraes. 

Além do check-list, a mobilização conta ainda com a divulgação de materiais educativos através de redes sociais e palestras sobre prevenção. Após as vistorias, também serão colados adesivos nas placas de venda/aluguel dos imóveis atestando que o local está livre da dengue.

ESTUDO - Nesta quinta-feira (29), a Secretaria Estadual da Saúde também divulgou o resultado de um amplo estudo sobre os locais mais propícios para a proliferação do mosquito da dengue no Paraná. De acordo com o levantamento, 52% dos criadouros encontrados em 2014 foram classificados como lixo pelos agentes de combate a endemias.

O estudo aponta que, no ano passado, as equipes de saúde identificaram cerca de 17,7 mil criadouros em todo o Estado, sendo que 9,3 mil eram materiais para descarte, como copos plásticos, garrafas pet, latas, sacolas e até pneus velhos. Os recipientes expostos em quintais são locais ideais para o acúmulo de água da chuva. Aliado ao clima quente dos últimos meses, esta situação pode ser um perigo devido ao risco de epidemias de dengue.

No ranking de criadouros mais frequentes também estão os depósitos móveis (pratos e vasos de plantas); depósitos de água ao nível do solo (tonéis, bacias e cisternas); depósitos elevados de água (caixas d’água); e depósitos naturais (ocos de tronco de árvore, bromélias e outras plantas).

A coordenadora do Centro Estadual de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte, ressalta que a principal recomendação é que a população realize inspeções periódicas em suas casas. “Quinze minutos por semana são suficientes para fazer uma varredura em casa e eliminar recipientes que possam acumular água. Além disso, é preciso que as pessoas auxiliem o trabalho do poder público e permitam que os agentes de endemias realizem visitas de rotina”, informou.

Ivana conta que, neste mês, outras três cidades do interior entraram em situação de epidemia. “E esta lista pode aumentar, visto que no mês passado pelo menos 13 municípios estavam com altos índices de infestação do mosquito”, alertou.

NÚMEROS - De acordo com último boletim da dengue, além de Itaúna do Sul e Paranapoema, os municípios de São João do Caiuá, São Pedro do Paraná e Rio Bom também atingiram taxa de incidência superior a 300 casos por 100 mil habitantes, o que os coloca em patamar epidêmico.

De agosto/2014 até agora, 641 casos da doença já foram confirmados no Paraná, sendo 22 pacientes apresentaram quadros clínicos mais graves. Ainda não há registro de mortes causadas pela doença, embora um caso ainda esteja sendo investigado. Trata-se de uma moradora de São João do Caiuá, de 66 anos, que morreu no dia 21 de janeiro, em Paranavaí.

O caso está sendo avaliado pelo comitê de investigação dos óbitos causados por dengue no Paraná. Além dos exames laboratoriais, também é analisado, entre outros fatores, o histórico de saúde e os prontuários do paciente para determinar se a doença foi a principal causa da morte. 

Acesse o boletim completo.


Fonte: SESA/PR

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Campanha mostrará que uma vida saudável pode combater o câncer

 Artistas circenses do Grupo Coletivo Ambidestro (José Cruz/Agência Brasil)
Atividade física é aliada no combate ao câncerArquivo/Agência Brasil

A partir de hoje (28), a Fundação do Câncer desenvolve no Brasil campanha mundial com alertas que podem ajudar a combater um terço dos casos da doença. O movimento, que vai ocorrer nas redes sociais, tem como tema Está ao Nosso Alcance. Ele precede o Dia Mundial de Combate ao Câncer, lembrado em 4 de fevereiro. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 576 mil brasileiros descobriram estar com a doença em 2015.

Criada pela União Internacional de Controle do Câncer, a campanha vai ressaltar que pelo menos um terço dos casos mais comuns da doença pode ser prevenido por meio da redução do consumo de álcool, da adoção de dietas mais saudáveis e do aumento da atividade física. O índice de cânceres que podem ser prevenidos ao parar de fumar chega a 50%.Segundo Celso Rotstein, oncologista consultor da Fundação do Câncer, a doença é um fenômeno complexo causado pela junção de diversos fatores, inclusive genéticos, mas as pessoas podem fazer muito para evitá-la. Entre esses fatores estão o tabagismo, a obesidade e o sedentarismo, que podem ser contornados.

Rotstein conta que estudos já relacionam o consumo de gordura, por exemplo, em carnes e frituras aos cânceres de próstata, do reto e do intestino. Também existe a relação entre o câncer de mama e a obesidade.

Até o dia 4 de fevereiro, a página da fundação no Facebook vai publicar informações para estimular uma vida saudável, a detecção precoce da doença, o alcance do tratamento para todos e a potencialização da qualidade de vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, no mundo, 22 milhões de pessoas deverão descobrir que têm câncer em 2022 – quase o dobro dos 14,1 milhões diagnosticados em 2012. As mortes, que chegam a 8,2 milhões por ano, devem subir para 13 milhões. A OMS prevê ainda que as nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, serão as mais afetadas.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

FENAM e SINMED-RJ retomam campanha dos médicos federais no RJ


Foto: Giovana Carvalho 

O presidente da FENAM, Geraldo Ferreira esteve no Rio de Janeiro, no último dia 9, para acompanhar o SINMED-RJ na retomada do movimento dos médicos federais. A primeira parada foi no Instituto Nacional de Cardiologia (INC). Os médicos lotaram o auditório da unidade para expor suas ideias em prol da luta.

“O panorama nacional para 2015 é de muita luta, não vai ser fácil, mas nossas reivindicações são justas, portanto, possíveis”, disse Geraldo.

Sobre a equiparação da gratificação por desempenho dos médicos federais, o presidente da FENAM declarou que a busca pela solução deve ser iniciada no Rio. “Não há mágica, o movimento sindical do Rio adquiriu forte caráter de defesa do profissional médico”.

O Congresso Nacional retoma suas atividades em fevereiro. Portanto, este é o momento de retomar a mobilização para alcançar a inclusão dos recursos necessários no Orçamento da União.

“Não estamos pedindo aumento salarial, e sim equiparação de uma gratificação que é direito nosso”, esclareceu o presidente do SINMED-RJ, Jorge Darze.

“O sindicato e a federação estão aqui para ouvir as reivindicações de vocês [médicos] e colocá-las em prática dentro do movimento”, disse a diretora do SINMED-RJ e médica do INC, Rosangela da Motta.

O diretor do SINMED-RJ, José Alexandre Romano, também compareceu ao evento. 

Fonte: Sinmed/RJ 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

CNBB lança campanha estimulando a população a fazer o teste de HIV



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje (27) campanha para estimular as pessoas a fazerem o teste de HIV/aids. Cuide bem de você e de todos os que você ama é o tema da campanha, que terá material divulgado nas 8 mil paróquias de todo o Brasil a partir do próximo final de semana, e também na TV e nas rádios. O teste está disponível na rede pública de saúde; é gratuito, seguro e sigiloso.

No lançamento da campanha, em Brasília, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou que mais de 100 mil pessoas têm o vírus HIV, mas não sabem, enquanto 720 mil têm o diagnóstico do vírus e cerca de 350 mil desenvolveram a aids. A incidência da doença entre os jovens está aumentando. O agravamento do número de casos não é só no Brasil, acontece também na Europa e nos Estados Unidos.

O ministro acentuou que o Brasil enfrenta a epidemia do HIV há 30 anos, e agora a incidência do vírus cresce principalmente no Norte e no Nordeste, em pessoas jovens. “Esses jovens não passaram por algo que a minha geração passou, de ver seus artistas morrerem de forma dramática”, explicou.

O secretário executivo da Pastoral da Aids, frei José Bernardi, disse que a campanha quer sensibilizar as pessoas para a doença. “Fazer o teste é uma forma de cuidar, cuidar de si e das pessoas que amamos”. As peças exploram essa ideia e acrescentam informações úteis sobre a prevenção, sobre o HIV e sobre a aids, distinguindo o vírus da doença, porque algumas pessoas têm o HIV, mas não desenvolvem a aids.

Segundo o secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, é muito importante fazer o teste para começar o tratamento o quanto antes, mesmo sem sintomas, e também para barrar a transmissão da doença.

Além disso, Barbosa disse que o fato de a igreja católica encabeçar a campanha ajuda a afastar a carga negativa do teste. “A carga da insegurança, do medo, do estigma. Tudo isso são barreiras. Quando a gente tem a força moral da igreja católica a gente consegue que as pessoas se sintam acolhidas, sem medo de discriminação”, ressaltou o secretário.

Fonte: Portal EBC

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Parceiros divulgam campanha sobre Doação de Órgãos no Paraná

A campanha "Doação de Órgãos. Fale sobre Isso", do Governo do Paraná, lançada em 
setembro de 2014, tem ganhado força graças a colaboradores e parceiros.
A campanha “Doação de Órgãos. Fale sobre Isso”, do Governo do Paraná, lançada em setembro de 2014, tem ganhado força graças a colaboradores e parceiros. As ações incluem, por exemplo, a inserção em rótulos de produtos comerciais de grande alcance e visualização, divulgação nos sites e impressos das instituições e palestras com os funcionários. 

“Os parceiros são importantíssimos para o sucesso da campanha que tem como objetivo principal esclarecer a população sobre como funciona a doação de órgãos para ampliar o número de transplantes no Paraná”, afirmou o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto. 

A Frimesa, empresa do Oeste paranaense de produtos alimentícios, conta com 6 mil funcionários e está colaborando com a campanha através da divulgação no site institucional e nas redes sociais. Também dedicou a reportagem principal de sua revista corporativa ao tema e em breve colocará em seus produtos a logomarca da campanha. 

A Podium Alimentos, especializada em produtos derivados de mandioca, de Tamboara, no Noroeste do Paraná, incluiu a campanha de doação de órgãos como ação prioritária e, além de inserir suas atividades no contexto da região, também pretende acrescentar a logomarca em suas embalagens.

Em Guarapuava, a Neon Refrigerantes também inseriu no rótulo de seus produtos a logomarca da campanha e reforçou a importância da discussão com os seus funcionários e na página da empresa na internet. “Os rótulos dos refrigerantes estão sendo alterados para que todos tenham o coração, que é o símbolo da campanha. Aderimos ao projeto porque a doação de órgãos ainda é um assunto delicado para a maioria das pessoas”, afirmou Rosana Krieger, diretora da Refrigerantes Neon. A empresa é filiada à Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras), parceira da Central Estadual de Transplantes. 

O Lions Clube LD1 levou o tema para as reuniões dos clubes, com a distribuição de materiais informativos. “Incentivamos os nossos sócios a falarem sobre o tema com suas famílias, nas empresas e instituições às quais pertencem”, explica a governadora do Lions Clube LD1, Mônica Lotermann Bessa. 

A Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) e a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) também estão replicando a campanha através da intranet para seus funcionários. Somente na Sanepar são 7 mil colaboradores em todo o Estado. 

CAMPANHA – O objetivo da campanha “Doação de Órgãos. Fale sobre Isso” é incentivar o cidadão a declarar para seus familiares e amigos a intenção de ser um doador. Atualmente, a negativa familiar é o principal motivo para a não doação. Para ser doador de órgãos é necessário que a pessoa comunique à família sobre sua decisão. 

São dois tipos de doadores – o doador falecido, quando a família autoriza a retirada de órgãos após a confirmação da morte encefálica, e o doador vivo, que concorda com a doação para seus familiares de um rim ou de medula óssea e, ocasionalmente, de parte do fígado ou do pulmão. Neste caso, a doação para não parentes depende de autorização judicial.

AVANÇO – O Paraná avançou na área de transplantes de órgãos e tecidos, alcançando a terceira posição entre os estados brasileiros. Em 2010, era o décimo. “Saímos de 183 transplantes realizados em 2010 para 458 em 2013, um aumento de mais de 200%”, relata a diretora da Central Estadual de Transplantes, Arlene Badock. As comissões de procura de órgãos foram capacitadas e as ambulâncias e aeronaves do governo garantem a agilidade necessária para atender a demanda da Central.

Podem ser doados rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas e também tecidos, como ossos, tendões, pele, córneas e válvas cardíacas. Ou seja, um único doador pode salvar até dez vidas. 

O procedimento de retirada dos órgãos é realizado no centro cirúrgico dos hospitais. Quem recebe os órgãos são os primeiros pacientes compatíveis que aguardam na lista única da Central Estadual de Transplantes. O processo é controlado pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), do Ministério da Saúde, e pelo Ministério Público. 

No Paraná, a Central Estadual de Transplantes atende 24 horas nas cidades-polo de Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel. O e-mail de contato é sesatran@sesa.pr.gov.br. A campanha está disponível na página da Secretaria da Saúde na internet (www.saude.pr.gov.br) e também pode ser acessada no facebook (https://www.facebook.com/pages/Fale-sobre-isso/757701640937680?fref=ts).

Fonte: AENotícias

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Ações marcam o Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita


No Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita, foram promovidas várias ações preventivas em todo o país. Em Brasília, a campanha "Coração na batida certa" se desenvolve no aeroporto internacional, onde membros da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) alertam passageiros e aeroportuários sobre os riscos e ensinam a prevenir arritmias cardíacas e morte súbita. Agentes do Samu também também participam, e fazem demonstrações de ressuscitação de parada cardiorrespiratória.

O coração normal trabalha em uma sequência de batidas com ritmo certo. Quando isso não ocorre, existe a chamada arritmia cardíaca.Se as batidas forem rápidas, é taquicardia, e quando lentas é bradicardia. Morte súbita ou repentina, não acidental, é, na maioria das vezes, de origem cardíaca, de acordo com o cardiologista Renato David da Silva.

Ele explica que as principais causas de morte súbita são as arritmias cardíacas. “Basicamente, as mortes súbitas são associadas a cardiopatias. Então, prevenir doenças que podem se associar a cardiopatias é fundamental. A gente nunca pode esperar sintomas, a partir de certa idade, 35 a 40 anos, tem que fazer avaliação médica regularmente para diagnosticar possíveis patologias, [pois] a evolução das doenças é que, muitas vezes, predispõe a eventos malignos”, disse ele.

Segundo o cardiologista, pessoas com coração normal também podem sofrer morte súbita, mas a maioria decorre de pessoas com doenças estabelecidas. “Algumas cardiopatias, de modo geral, são de fases mais avançadas da vida - sexagenário e idosos, principalmente. No entanto, pessoas jovens também são atingidas. Nesses casos, geralmente associados a doenças genéticas. Pessoas que têm histórico de morte súbita na família - pais, principalmente, familiar de primeiro grau - têm que procurar atendimento o quanto antes, porque isso já pode ser indicativo de patologia de risco", completou.

A campanha, organizada pela Sobrac, tem como slogan "Não deixa seu coração sair do ritmo", e se repete todos os anos, sempre no dia 12 de novembro. De cunho educativo, ela procura informar à população em geral sobre cuidados com arritmias cardíacas, pois elas podem provocar morte súbita - um dos principais índices de mortandade no país.

Fonte: Agência Brasil

Alerta sobre acidentes de trabalho ganha espaço na internet, no rádio e na TV


Imagem em plano americano mostra trabalhador em bancada industrial fazendo uso de máquina semelhante a um esmeril. Ele está olhando para outro trabalhador que se aproxima da bancada com prancheta e caneta nas mãos, como se estivesse fazendo anotações sobre o trabalho do primeiro.
Material de divulgação da campanha passa mensagem clara e 
direta sobre causas de acidentes de trabalho
Até o dia 16 de dezembro, emissoras de rádio e televisão de todo o País veiculam uma campanha de utilidade pública do Tribunal Superior do Trabalho (TST) para prevenção de acidentes. As peças de comunicação têm uma mensagem clara e direta: a maioria dos acidentes acontece por descaso e pode ser prevenida.

O material, de divulgação institucional, integra o Programa Trabalho Seguro, uma iniciativa do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) que conta com parcerias na área pública e na iniciativa privada. A juíza Morgana de Almeida Richa, titular da 15ª Vara do Trabalho de Curitiba, é quem coordena o Comitê Gestor Nacional do Programa Trabalho Seguro.

Dos cinco filmetes para televisão, dois já estão sendo veiculados e podem ser conferidos na página do TRT-PR no YouTube (www.youtube.com/trtpr). Além do material para TV, estão sendo disponibilizados spots, cartazes e posts com o foco da campanha deste ano que é a prevenção, com o lema: “acidentes não acontecem por acaso. Acidentes acontecem por descaso. A prevenção é o melhor caminho”. 

No ano de 2013 o INSS registrou cerca de 717,9 mil acidentes do trabalho, sendo que houve um aumento de 0,55% em relação a 2012. Levando-se em conta a distribuição por setor de atividade econômica, a agropecuária participou com 3,47% do total de acidentes registrados com CAT, o setor indústria com 45,48% e o setor serviços com 51,05%, excluídos os dados de atividade ignorada.  (fonte: site da previdência – www.previdencia.gov.br). 

- Clique AQUI para assistir ao primeiro vídeo da campanha (Trabalho Seguro - Esmeril)
- Clique 
AQUI para assistir ao segundo vídeo da campanha (Trabalho Seguro - Prensa)


Fonte: Assessoria de Comunicação do TRT-PR