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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Senado - Senador Reguffe quer fiscalização sobre prática ilegal de planos de saúde


Diante de denúncias de fraudes em planos de saúde de pequenas e médias empresas, o senador Reguffe (PDT-DF) pediu à Comissão Meio Ambiente e Defesa do Consumidor (CMA) uma audiência pública para discutir a situação desses planos e os prejuízos causados aos consumidores.

Ele afirmou em Plenário, nesta quinta-feira (22), que as operadoras não querem vender planos individuais, obrigando os interessados a constituir, no papel apenas, uma pequena ou média empresa para poder contratar um plano coletivo. Só que, segundo o senador, as pessoas não sabem que os planos coletivos não têm os mesmos direitos dos individuais.

Reguffe ressaltou que os planos individuais têm aumento controlado pela Agência Nacional de Saúde Complementar e o contrato não pode ser rescindido unilateralmente. Já nos planos coletivos, as operadoras definem o reajuste e podem rescindir o contrato quando bem entenderem. Isso ocorre, por exemplo, quando o usuário necessita de um tratamento de câncer caro, reclamou o senador.

— Não dá para aceitar isso. A prática está em estimular o consumidor a ter que abrir uma empresa de fachada só para que o plano possa ser feito. Isto não está certo. A ANS tem que fiscalizar, deveria fazer uma auditoria. E aqueles [planos] que não têm CNPJ válido deveriam virar imediatamente plano individual — afirmou Reguffe.

Para a audiência pública sobre os planos de pequenas e médias empresas, Reguffe pediu que sejam chamados representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar, de entidades de defesa do consumidor, da associação brasileira de medicina de grupo e das operadoras de planos de saúde.

Fonte: Agência Senado

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Senador Reguffe defende equiparação de planos de saúde coletivos aos individuais

Waldemir Barreto/Agência Senado

O senador Reguffe (PDT-DF) defendeu projeto dele que equipara aos planos individuais de saúde os planos coletivos com até 100 beneficiários, além de dar a tais contratos vigência mínima de um ano.
Ele ainda cobrou da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) maior fiscalização para proteger os consumidores de uma prática comum.
Reguffe explicou que, atualmente, as operadoras de plano de saúde se negam a vender planos individuais de saúde porque eles não podem ser rescindidos nem reajustados a qualquer momento.
- E mais, começam a criar planos coletivos de cinco, de seis, de sete vidas. Ah, faz aí parecendo uma pequena empresa, se associa a uma categoria. Qual a sua categoria profissional? Ou seja, fica criando subterfúgios para ludibriar, para se utilizar da boa-fé do pobre do consumidor que muitas vezes não tem informação - disse Reguffe.
Fonte: Agência Senado