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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Unidades de saúde orientam homens sobre prevenção contra doenças que mais matam

Doenças cardiovasculares, mortes violentas (acidentes de trânsito, quedas ou provocadas por armas) e os cânceres, dos mais variados tipos, são as principais causas de mortalidade entre os homens em Curitiba.
00173511A partir dos 50 anos, a maior causa de morte entre homens é decorrente de doenças cardiovasculares, com índices que ultrapassam os 30% em todas as faixas etárias. Devido a esse quadro, ao longo de todo o mês de novembro – que é conhecido como Novembro Azul, em função da atenção com a saúde do homem –, a Secretaria Municipal da Saúde está desenvolvendo atividades nas unidades de saúde para conscientizar a população masculina sobre os cuidados com a saúde em geral.
Em 2014, 38,2% das mortes entre homens com idade entre 70 e 79 anos tiveram como causas problemas cardiovasculares, num total de 414 óbitos. Entre os mais jovens, a principal preocupação envolve as mortes violentas, que vitimou 316 homens na faixa etária de 20 a 29 anos e 206 com idades entre 30 e 39 anos, - o que equivale a 85,9% e 58,4%, respectivamente, dentre o total de óbitos nestas faixas etárias.
O coordenador da Carteira de Serviços do Departamento de Atenção Primária à Saúde, Marcelo Garcia Kolling, explica que os médicos das unidades básicas de saúde de Curitiba foram orientados a investigar problemas relacionados com o alcoolismo, tabagismo, drogadição, hipertensão, diabetes, entre outros problemas de saúde, em todas as consultas de homens adultos.
Saúde integral
O rastreamento de câncer de próstata só é recomendado para aqueles homens que apresentam sintomas ou têm histórico familiar. “O exame não consegue diferenciar os níveis de câncer de próstata. A maioria dos tumores de próstata é benigna e, entre os malignos, boa parte nem chega a se desenvolver”, explica. Segundo ele, o principal problema do rastreamento são as sequelas resultantes dos procedimentos invasivos em quadros de tumores benignos. “É fundamental avaliar a saúde integral do paciente”.
Kolling fala que os homens ainda são minoria nos equipamentos de saúde, representando aproximadamente 35% do total de avaliações. “Muitos homens negligenciam os sintomas, atrasando diagnósticos importantes. E, quando o paciente tem a iniciativa de procurar atendimento médico, não dá para desperdiçar esta oportunidade focando apenas no rastreamento do câncer de próstata. É fundamental avaliar todas as condições clínicas desse paciente”, comenta.
O secretário municipal da Saúde, César Monte Serrat Titton, assinala que não existe nenhum protocolo que determine a periodicidade que um homem saudável deva procurar um médico, mas é fundamental que ele procure a sua unidade básica de referência, conheça a equipe médica a qual pertence e vá sempre até ela quando precisar. “É importante criar o vínculo. Conhecendo o histórico do paciente e hábito da família é muito mais fácil trabalhar com a prevenção”, explica.
Iniciativas
Em Curitiba, as unidades básicas de saúde programaram atividades para chamar a atenção do público masculino. Desde a ambientação dos00173510 equipamentos até as orientações com os profissionais de saúde, visando à conscientização dos usuários.
A Unidade de Saúde Vila Esperança, por exemplo, realizou um evento no último sábado (19) para estimular os homens a adotar os cuidados com a saúde como uma rotina. Ao todo, 45 usuários da unidade participaram do encontro, no qual foram abordados assuntos como câncer, tabagismo, doenças sexualmente transmissíveis, alcoolismo e outras drogas. Além das rodas de conversa, os homens puderam participar de um “circuito de saúde” com avaliação de médicos, enfermeiros, orientações com fisioterapeuta, nutricionista, entre outros profissionais. Um educador físico fez a análise da composição corporal (taxa de gordura, massa magra).
Os sedentários foram convidados a participar das atividades físicas promovidas pela unidade de saúde. “Houve uma grande adesão entre a população. Muitos homens não apareciam na unidade há anos, nem mesmo para tomar as vacinas”, comenta a coordenadora, Juliana Gaioski.
O aposentado Renato Cruz Ferreira Jorge, de 62 anos, participou do evento na US Vila Esperança e gostou muito, devido à necessidade de conscientizar a população masculina sobre a necessidade de cuidados preventivos com a saúde. “Há muitos casos de diabetes e hipertensão que só são identificados em situação de crise, porque são doenças silenciosas e as pessoas não têm o hábito de se prevenir”.
Fonte: Secretaria Municipal da Saúde

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Médico brasileiros começam a atuar no Mais Médicos

“A participação recorde de profissionais brasileiros que estamos obtendo com as chamadas neste ano demostra a consolidação do Programa. Agora, serão mais 260 municípios que receberão médicos para seguir desenvolvendo as atividades na atenção básica, realizando consultas, ações de promoção da saúde e atendimentos de pequenas urgências”, destaca o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto.

Os gestores deverão homologar os médicos até 15 de novembro, confirmando quais deles de fato compareceram ao município. Os médicos que não se apresentarem dentro do prazo previsto, ficarão impedidos de se inscrever no Mais Médicos por seis meses. As vagas remanescentes, além das que eventualmente surjam em decorrência de desistências, serão disponibilizadas para a segunda chamada, que acontecerá nos dias 17 e 18 de novembro, aos profissionais com CRM Brasil que não foram alocados na primeira fase.

Confira o cronograma dos médicos

O edital faz parte do plano de reposições definido pelo Ministério da Saúde para o Mais Médicos, que realiza seleções trimestrais para preenchimento de vagas ociosas. Os participantes com registro no país já preencheram 99% das vagas da atual seleção, que registrou a inscrição de 5.414 candidatos para os 327 postos disponíveis, a maior concorrência entre os brasileiros desde o início do Programa.

Em todo o Brasil, 327 vagas foram confirmadas por 264 cidades. A região Nordeste é a que contou com maior quantitativo de vagas disponíveis neste edital: das 129 ofertadas, 128 já foram ocupadas. O Sudeste, segunda região com mais vagas abertas, preencheu 85 dos 86 postos. No Sul, 61 das 62 vagas foram ocupadas, e, no Norte, 32 no universo de 33. Já a região Centro-Oeste preencheu 100% das 17 vagas ofertadas neste edital.

SOBRE O PROGRAMA – Criado em 2013, o Programa Mais Médicos ampliou a assistência na Atenção Básica fixando médicos nas regiões com carência de profissionais. Com a expansão de 2015, o Programa passou a contar com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas.

Além do provimento emergencial de médicos, a iniciativa prevê ações voltadas à infraestrutura e expansão da formação médica no país. No eixo de infraestrutura, o governo federal está investindo na expansão da rede de saúde. São mais de R$ 5 bilhões para o financiamento de construções, ampliações e reformas de 26 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Já as medidas relativas à expansão e reestruturação da formação médica no país, que compõem o terceiro eixo do programa, preveem a criação, até 2017, de 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e de 12,4 mil vagas de residência médica. Destas, já foram autorizadas 5.306 vagas de graduação e 7.742 vagas de residência.


Fonte: Agência Saúde

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Curitiba vacina metade das crianças contra a pólio. Campanha segue até o dia 31

Curitiba atingiu nesta sexta-feira (21) a marca de 52,92% do público-alvo vacinados contra a poliomielite. Foto: Gabriel Rosa/SMCS
Curitiba atingiu nesta sexta-feira (21) a marca de 52,92% do público-alvo vacinados contra a poliomielite. A campanha nacional de vacinação contra a doença e multivacinação segue até 31 de agosto, concentrada nos dias úteis, em todas as 109 unidades básicas de saúde de Curitiba. Em menos de uma semana foram imunizadas 53.837 das 101.735 crianças curitibanas com idade a partir de seis meses e menores de 5 anos. A meta do município é atingir 95%.
Considerando a faixa etária, 49,8% das crianças entre seis meses e 1 ano e 53,35% daquelas com idade entre 1 e 5 anos foram vacinadas até o momento. Para vacinar o filho, os pais devem procurar uma unidade básica de saúde (US) e apresentar a carteira de vacinas da criança. Entre as unidades da rede, distribuídas em todas as regiões, Curitiba conta com dez que têm horário de funcionamento estendido – até as 22 horas –, contemplando aquelas famílias que não têm possibilidade de procurar o serviço em horário comercial.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

TCU confirma denúncias do CFM sobre obras em unidade de saúde

Relatório do Tribunal de Contas confirmou as denúncias do Conselho

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que 95% das obras em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) encontram-se atrasadas. A situação, qualificada como “injustificável” pelos técnicos do tribunal, confirma as denúncias feitas à sociedade pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que desde o ano passado monitora e divulga o desempenho destes empreendimentos dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). No último levantamento, o CFM apontou que apenas uma em cada quatro obras prometidas para a Saúde foram entregues.

 A fiscalização temática do Tribunal foi composta por dez auditorias em obras de Infraestrutura da Saúde distribuídas em dez estados e 43 municípios, nos quais foram avaliadas a construção de 119 UBSs e 35 UPAs, no valor total de R$ 137,2 milhões. De acordo com o relatório do Tribunal, dentro da amostra analisada, a maioria das obras concluídas foi entregue com atraso (76%). Além disso, o TCU ausência ou inadequação de providências para retomar obras paralisadas, tendo sido observadas 21 obras paralisadas ou 20% da amostra de 105 obras já iniciadas.
Dentre as causas para o problema, a auditoria identificou o modelo de repasse adotado pelo Ministério da Saúde, utilizando a sistemática “fundo a fundo”, o qual foi visto como um fator decisivo para a ineficácia do programa. O ministro relator da auditoria, Benjamin Zymler, explica que a transferência de recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) para a construção deveria ser realizada somente mediante a prévia celebração de convênios ou instrumentos congêneres. 
Segundo Zymler, o Ministério da Saúde opta pela modalidade de transferência fundo a fundo, sem a celebração de convênios, com o objetivo de se eximir da obrigação de realizar a análise das prestações de contas por parte dos órgãos recebedores de recursos. Por consequência, explica o relator, “os entes tomadores, na medida em que não estão submetidos a prazos rígidos pa
Os projetos de UBS e UPAs são os que apresentam pior desempenho de conclusão
Os projetos de UBS e UPAs são os que apresentam pior desempenho de conclusão
ra a execução dos objetos, furtam-se de suas obrigações, e os recursos repassados não têm a destinação pretendida pelo concedente”.

Para o TCU, as paralisações e atrasos são resultado, dentre outros motivos, de deficiências observadas no Sistema de Monitoramento de Obras (Sismob), mantido pelo Ministério da Saúde. Além de possuir diversas incoerências em sua base de dados, o sistema carece de recursos e funcionalidades para que os técnicos do Ministério da Saúde realizem acompanhamento efetivo da implantação dos empreendimentos.
Outro motivo para os problemas identificados foi a ausência de prévia aprovação do projeto da unidade de saúde pelo órgão de vigilância sanitária, o que impossibilita a operação de alguns empreendimentos já concluídos ou exige adaptações em outras obras, com custos adicionais para o poder público. “Ainda permanece o problema para as centenas de obras cuja liberação de recursos ocorreu antes da aprovação do projeto pela vigilância sanitária”.


Fonte: Portal CFM

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Curitiba ganha segunda unidade de saúde financiada pelo Governo do Estado

Curitiba ganha segunda unidade de saúde financiada pelo Governo do Estado, na Vila dos Coqueiros, no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. Foto: Kássio Pereira/ SESA

Já está em funcionamento a segunda das cinco novas Unidades de Saúde construídas em Curitiba com recursos do Governo do Estado. O novo serviço fica na Vila Coqueiros, no bairro Sítio Cercado, e é referência para o atendimento básico de saúde de mais de 15 mil pessoas que vivem na região.

A obra, no valor de R$ 890 mil, tem 510 m² de área construída e conta com moderna estrutura, que inclui consultórios médicos e consultório odontológico, recepção, salas de vacina e de inalação, farmácia. O projeto foi inteiramente planejado para oferecer conforto aos usuários e melhores condições de trabalho aos profissionais de saúde. 

A dona de casa Eloísa Mendes Machado, que mora na região, disse que a nova unidade de saúde deverá tornar o atendimento mais rápido. “Na semana passada levei meu filho pequeno para uma consulta por causa de problemas no ouvido. Já neste primeiro atendimento vi que tudo foi mais rápido do que na unidade onde antes éramos atendidos”, afirmou Eloísa. 

A população da região de abrangência da Unidade de Saúde Coqueiros antigamente era atendida em outras três unidades: João Candido (Bairro Novo), Parigot de Souza (Sítio Cercado) e São João Del Rey (Sítio Cercado). 

INVESTIMENTOS DO ESTADO - O investimento na obra faz parte do programa ApSUS, do governo estadual, que está construindo, reformando e ampliando 460 unidades de saúde em todo o Paraná. Para os próximos quatro anos, mais 600 unidades vão receber recursos do Estado para obras. 

De acordo com o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, o Governo do Estado tem dedicado atenção especial à rede pública de saúde da capital, tendo em vista o aumento da demanda por atendimento nos últimos anos. 

“Somente para construção de unidades de saúde estamos aplicando R$ 6,2 milhões em recursos próprios. São cinco novos serviços que farão a diferença na qualidade do atendimento prestado aos curitibanos”, afirmou. 

Das cinco unidades de saúde financiadas pelo Governo do Estado em Curitiba, duas foram inauguradas e três estão em construção. Em janeiro, foi a vez da Unidade de Saúde da Vila Sabará, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), iniciar as atividades em um novo prédio. O investimento estadual foi de R$ 1,1 milhão. 

Já está em fase final de construção a Unidade de Saúde Xaxim, que recebeu R$ 1,5 milhão em recursos estaduais. Já as obras das Unidades de Saúde Campo Alegre - CIC (R$ 1,2 milhão) e Jardim Aliança – Santa Cândida (R$ 1,5 milhão), devem ser entregues até 2016. 

Além da obra, o Estado também repassa uma série de equipamentos e itens de mobiliário necessários para o início das atividades do serviço. Em contrapartida, a Prefeitura de Curitiba é responsável pela manutenção da equipe de profissionais e outros gastos de custeio. 

LABORATÓRIO - Recentemente o Governo do Estado também investiu na construção do novo Laboratório Municipal de Curitiba, inaugurado no início de março. O espaço é responsável pela análise e pelo processamento de exames das 109 unidades de saúde da Capital. 

A obra recebeu R$ 6,9 milhões do Governo do Estado, através de um financiamento referente ao Fundo de Desenvolvimento Urbano (FDU). Em sua plena capacidade, o novo laboratório poderá realizar até 600 mil exames por mês, o dobro do que era feito no prédio antigo. 

A unidade atua nas áreas de parasitologia, bacteriologia, biologia molecular, tuberculose, além de exames de sangue e urina. 

Fonte: AENotícias

sexta-feira, 20 de março de 2015

Saúde amplia oferta de métodos contraceptivos em unidades de saúde da RMC


6A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) está reforçando as ações voltadas à garantia dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres da Região Metropolitana de Curitiba. Uma das medidas é a ampliação do número de profissionais capacitados na inserção do DIU (Dispositivo Intrauterino de Cobre), um dos mais eficazes métodos contraceptivos disponíveis gratuitamente pelo SUS.

Na quarta-feira (18), cerca de 80 profissionais da rede pública de saúde participaram de uma oficina, em Curitiba, para tratar sobre o tema. A programação contou com palestras e debates abordando questões relacionadas à saúde da mulher, prevenção de doenças, teste da mãezinha, coleta de exames, planejamento reprodutivo, entre outras ações da Rede Mãe Paranaense.

Já nesta quinta (19), o curso foi direcionado exclusivamente a 20 médicos e 20 enfermeiros da atenção primária à saúde, com aulas práticas de inserção do DIU e coleta de exame citopatológico nas unidades de saúde de Fazenda Rio Grande e Colombo. O evento faz parte do projeto Qualisus-Redes, que apoia a implantação e qualificação de redes de atenção nas principais regiões metropolitanas do país.

De acordo com a chefe do Departamento de Atenção Primária da Sesa, Shunaida Sonobe, o objetivo é fortalecer a retaguarda de atendimento às mulheres, incorporando novos serviços às unidades de saúde e melhorando o acesso aos principais métodos contraceptivos. “Estamos capacitando profissionais que serão referências técnicas em suas cidades. Com isso, será possível oferecer atenção integral à saúde da mulher o mais perto de casa”, disse.

5OFERTA – No município de Fazenda Rio Grande, por exemplo, os resultados da oficina serão sentidos imediatamente pela população. Pelo menos 70 mulheres aguardam pela inserção do DIU na cidade, que agora conta com um profissional devidamente treinado para realizar o procedimento.

“Estávamos há algum tempo sem esse serviço no município. Agora, vamos começar a oferecê-lo aqui na Unidade Mãe Fazendense e posteriormente em todas as unidades de saúde, após a capacitação das equipes”, destacou o enfermeiro Wheverton Barbosa.

Uma das primeiras mulheres a passar pelo procedimento na Unidade Mãe Fazendense foi Stefany da Costa, de 18 anos. Ela conta que teve sua primeira filha há pouco mais de um ano e agora optou por usar o DIU. “Meu marido e eu conversamos e decidimos que não é o momento de ter mais um filho. Depois disso, a equipe aqui da unidade me apresentou uma série de métodos e o DIU foi o que mais me interessou”.

KITS – Para facilitar essa escolha, todas as unidades de saúde da RMC estão recebendo também um kit ilustrativo de saúde reprodutiva. A intenção é que, durante as consultas, o profissional de saúde demonstre como funciona cada método contraceptivo. Desta forma, a mulher terá como escolher o que melhor se adapta.

“É importante destacar que o DIU, a pílula anticoncepcional e outros métodos servem apenas para evitar a gravidez e não são indicados para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Portanto, o uso do preservativo, seja masculino ou feminino, são sempre recomendados”, alerta Shunaida.

Fonte: SESA/PR