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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Vitória da medicina: diploma como médico!


Foto: Diretoria AEMED-BR 

Foi aprovado hoje, na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, em Brasília, o Projeto de Lei 8114/2014, de autoria do Deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), que prevê a obrigatoriedade da denominação de MÉDICO nos diplomas emitidos por Universidades brasileiras. O projeto contou com amplo apoio da Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (AEMED-BR), entidade que sempre defendeu essa pauta. 
A AEMED-BR mobilizou dezenas de estudantes do DF que compareceram à votação de hoje no Congresso, coordenados por membros da direção nacional de nossa entidade, presentes nesse importante dia. Participamos ativamente da articulação política para convencimento de todos os congressistas membros da Comissão de Educação, em um trabalho iniciado há algumas semanas. Colocamos a todos a necessidade de aprovação do PL, tendo em vista a falta de padronização da nomenclatura dos diplomas hoje, ao passo que algumas unidades de ensino emitem ou emitiram diplomas com o termo BACHAREL, e não MÉDICO. 

Câmara discute hoje o diploma médico



Foto: Divulgação 

Nesta quarta-feira, dia 30, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados deve apreciar o Projeto de Lei (PL) 8.140/2014, do deputado Mandetta (DEM-MS), que propõe alteração na lei 12.842, de 10 de julho de 2013 (a Lei do Mais Médicos), vedando o uso da denominação “bacharel em medicina” nos diplomas dos cursos superiores de medicina do país. Convertido em lei, o texto prevê que, em substituição, seja utilizada a nomenclatura privativa “médico”.
Na justificativa do projeto, Mandetta ressalta haver quem defenda sua distinção entre os títulos de bacharelado e titulação específica, tendo em vista que os cursos de bacharelado têm duração normal de quatro anos – à exceção do curso de Direito – e oferecem uma base teórica generalista, enquanto os cursos de títulos específicos são mais longos, tendo duração de cinco anos, ou seis anos no caso da medicina, e oferecem uma educação direcionada. “Assim, o fato é que os cursos de ‘título específico’ levam a graus acadêmicos designados diretamente pela profissão estudada, enquanto os bacharelados conferem o título de bacharel”, especificou o deputado.